TRIBO Q’ERO, OS ÚLTIMOS INCAS – AFIRMAM QUE OS PORTÕES ENTRE MUNDOS ESTÃO SE ABRINDO

Os Q’ero são os últimos Incas – uma tribo de 600 pessoas que se refugiaram para além dos 4000 metros de altura nos Andes peruanos para escapar do flagelo do colonizador espanhol. Durante cinco séculos, a tribo Q’ero, vivendo praticamente isolada do resto do mundo preservaram uma profecia sagrada sobre uma grande mudança, ou Pachacuti, em que o mundo se transformaria, onde a harmonia e a ordem seria restaurada e será o fim do caos e da desordem.

Foram “descobertos”, em 1949, pelo antropólogo Oscar Prado Nuñaz no sul do Peru, porém a primeira expedição ocidental para as aldeias Q’ero foi realizada em 1955. Em 1959, durante o festival anual do Retorno das Pleiades  realizada nos Andes, onde havia milhares de participantes, incluindo muitos xamãs da tribo Q’ero que, surpreendemente, estavam usando o emblema do Sol Inca, e, assim, foram para ao topo da montanha para anunciar que o tempo das profecias estava perto.

Em novembro de 1996, um pequeno grupo de Q’eros, incluindo o líder da tribo e o chefe xamã, visitaram várias cidades nos Estados Unidos, em cumprimento de suas profecias, incluindo Nova York, onde se realizou uma cerimônia privada na Catedral de St . John the Divine. O ritual xamânico não era realizado por cerca de 500 anos. Mas na mesma casa daqueles que simbolizavam os antigos conquistadores de seus ancestrais incas eles compartilharam seu ritual e conhecimento, não apenas ocidentais interessados em aprender seus costumes, mas também com o decano da grande catedral, unindo, simbólica e espiritualmente, os dois continentes da América do Norte e América do Sul. De acordo com uma antiga profecia, este é o momento do grande encontro chamado mastay e a reintegração dos povos dos quatro pontos cardeais. 

Os Q’ero estão oferecendo seus ensinamentos para o Ocidente, em preparação para o dia em que a Águia e o Condor, Norte Sul (Américas) voarão juntos novamente. Eles acreditam que Munay, o amor e a compaixão, será a força motriz desta grande união dos povos.

“Os novos guardas da terra virão do Ocidente, e aqueles que têm causado um impacto maior sobre a Mãe Terra agora têm a responsabilidade moral de refazer sua relação com ela, depois de refazer-se”, disse Don Antonio Morales, um mestre xamã Q’ero.  A profecia afirma que a América do Norte irá fornecer a força ou o corpo físico; Europa irá fornecer o aspecto mental, ou a cabeça; e o coração irá ser fornecido pela América do Sul.

As profecias são otimistas. Estas referem-se ao fim do tempo como nós conhecemos – a morte de um modo de pensar e de ser, de uma maneira de se relacionar com a natureza e a terra. Nos próximos anos, os Incas esperam emergir uma idade de ouro, um milênio de ouro da paz. As profecias também falam de mudanças tumultuadas na terra, e em nossa psique, redefinindo nossos relacionamentos e espiritualidade. O Pachacuti  já começou e promete o surgimento de um novo ser humano após este período de confusão. Os líderes xamãs falam de uma lágrima no próprio tecido do tempo. Isso nos dá uma oportunidade de descrever de como não gostamos do que fomos no passado, tanto pessoal quanto coletivamente, mas como o que estamos nos tornando. Os Q’ero acreditam que as portas entre os mundos estão se abrindo de novo, buracos no tempo, podemos passar e ir mais longe, onde podemos explorar nossas capacidades humanas. Recuperando nossa natureza luminosa é uma possibilidade hoje para todos aqueles que se atrevem a dar o salto.

Pachacuti também se refere a um grande líder inca que viveu no final do século XIV. Dizem que ele construiu Machu Picchu e foi o arquiteto de um império de tamanho igual ao dos Estados Unidos. Para os incas, Pachacuti é um protótipo espiritual – um Mestre, um iluminado fora do seu tempo. Ele era um Messias, mas não no sentido cristão de único filho de Deus, além do alcance da humanidade. Em vez disso, ele é considerado como um símbolo e promessa de que podemos nos tornar. E personifica a essência das profecias de Pachacuti, como Pacha significa “terra” ou “tempo”, e cuti significa “colocar as coisas em seu lugar. “Seu nome também significa “transformador da terra.”

Os xamãs andinos não têm um Buda ou um Cristo para seguir. Em vez disso dizem …. “Siga seus próprios passos. Aprenda com os rios, com árvores e com as pedras. Honra ao Cristo, ao Buda e seus irmãos e irmãs. Honra a Mãe Terra e o Grande Espírito,  honra a si mesmo e toda a criação . “

“Olhe através dos olhos de sua alma e se comprometa com o essencial”são os ensinamentos dos Q’ero.

Publicação : BuenaSiembra
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Recomendo a leitura desse livro maravilhoso

Descrição: Uma jornada pela ciência da Idade da Pedra revela fragmentos de uma civilização perdida. Quem criou a maior maravilha do mundo antigo? Os construtores do Egito, como revela essa espantosa investigação, foram inspirados por uma civilização anterior, pelo menos mil anos mais velha do que eles? Antes das Pirâmides lança uma nova luz dramática sobre como os imensos monumentos funerários dos faraós em Gizé foram concebidos, construídos e por quê. Em uma série de revelações que estilhaçam as doutrinas modernas da arqueologia e da história das religiões, Christopher Knight e Alan Butler demonstram que as pirâmides foram construídas como um portal para o firmamento e em um modelo astronômico preciso da Constelação de Órion. Eles também explicam que as medições usadas em Gizé exigiam conhecimento exato das dimensões terrestres, 2 mil anos antes de elas serem calculadas, e acreditam que o plano das pirâmides não é original, e sim uma cópia de outro lugar sagrado criado na Inglaterra mais de um milênio antes. No local dos grandes henges em Thornborough, em North Yorkshire, eles descobriram que lá surgiu o modelo das pirâmides, muito antes dos faraós.

Release: Christopher Knight é empresário e consultor de marketing e começou a escrever após 20 anos de pesquisa sobre as origens dos rituais maçônicos. É autor de O Livro de Hiram, A Máquina de Uriel (com Robert Lomas) e Civilização Um (com Alan Butler), todos publicados, em língua portuguesa, pela Madras Editora. Alan Butler é um escritor profissional que sempre teve um enorme fascínio por história. Engenheiro de formação, iniciou uma pesquisa há duas décadas, que levou à elucidação de alguns dos detalhes mais importantes sobre o conhecimento e a conquista da pré-história na Europa. Escreve sobre astrologia desde os 20 anos e pode reivindicar ser o autor mais publicado sobre esse assunto nas Ilhas Britânicas. Seus estudos históricos incluíram uma pesquisa profunda sobre o movimento monástico cisterciano e a Ordem dos Cavaleiros Templários, sobre os quais escreveu bastante. Além de seus interesses em astrologia e história, é também um dramaturgo esporádico que escreveu muitas peças. Ele teve sucesso significativo com Aiden Dooleys Homecoming, escrita em 2003 para a rádio BBC. Uma grande descoberta, afinal! A descoberta incrível de Knight e Butler pode mudar completamente a forma como vemos nosso passado remoto… e nossas origens! (Robert G. Bauval, autor de The Orion Mistery) Completamente fascinante e muito, muito convincente. As descobertas de Knight e Butler apresentam uma evidência científica interessante da existência de uma civilização avançada e tecnológica na Antiguidade remota. (Graham Hancock, autor de As Digitais dos Deuses)

Monumentos Henge

Monumentos “henge” surgiram por volta de 3200 a.C. Henges são uma área circular ou oval fechada por uma barreira, que contém um círculo de postes de madeira ou enormes pedras. Os círculos de madeira há muito não existem – embora em Woodhenge, em Wiltshire, os furos nos quais se assentavam os postes ainda possam ser vistos; os mais profundos medem cerca de 2m, indicando que os postes se erguiam a cerca de 5,5m de altura. Os círculos de pedra, porém, são os monumentos mais notáveis da época megalítica. Eles se encontram espalhados pelo norte e o oeste da Europa, e apenas as ilhas Britânicas contêm cerca de mil deles. O círculo em Avebury, em Wiltshire, com 420m de diâmetro, é um dos maiores que sobreviveram, e provavelmente servia como local de rituais para grande parte do sudoeste da Grã-Bretanha. Em Carnac, na França, longas fileiras de pedras cuidadosamente eretas formam um conjunto igualmente impressionante.

STONEHENGE

Stonehenge, no sul da Inglaterra, é talvez o sítio de magálitos mais famoso de todos. Iniciado cerca de 3000 a.C. como uma simples obra para fechar uma área, este sítio se desenvolveu nos mil anos seguintes em várias estágios. Um círculo de pedras azuis – transportadas da distante Preseli, no sul de Gales, por cerca de 250km – foi erigido por volta de 2500 a.C., um círculo exterior de gigantescas pedras de arenito foi construído. Cada uma dessas pedras pesava cerca de 26 toneladas Cada uma delas foi deixada do tamanho certo a marteladas com grandes bolas de pedra ou “malhos”. Não se sabe exatamente como essas pedras foram erguidas, mas o conjunto deve ter demandado um enorme investimento de tempo e trabalho, o que implica uma sociedade altamente estruturada.

O FIM DA ERA MEGALÍTICA

Por volta de 1500 a.C., a Era Megalítica na Europa chegava ao fim. A construção de círculos de pedra deixou de ser feita na Grã-Bretanha e no norte da França. Os focos de religião no norte da Europa passaram a ser lagos e pântanos onde eram depositadas armas em rituais, e o último sinal de adições a Stonehenge data de 1100 a.C. Em algum momento em 1000 a.C., algumas das pedras foram propositadamente derrubadas. Apesar de os monumentos não terem sido esquecidos, seus construtores e seu significado permanecem absolutamente obscuros.

Henges pode ter sido usado para , ou melhor que ser áreas de atividade cotidiana. O fato que suas valas estão encontradas para dentro seus bancos indicam que não estariam usados em uma função defensiva e que a barreira que os earthworks fornecem é mais provável ter sido simbólico melhor que funcional. Conjectured que o que quer que ocorreu dentro dos cercos foi pretendido ser separado do mundo exterior e sabido talvez somente para selecionar indivíduos ou grupos.

O alinhamento dos henges é uma edição contentious. A opinião popular é que suas entradas apontam para determinados corpos heavenly. No fato, a orientação do henge é altamente variável e pode mais ter sido determinada pela topologia local melhor que pelo todo o desejo para a orientação simbólica. Uma tendência ligeira para os henges da classe I que têm uma entrada ajustada no quarto do norte ou do nordeste estêve identificada depois da análise estatística whilst os henges da classe II têm geralmente seu leste aproximadamente sul alinhado machados ao leste norte do oeste ou o norte ao oeste sul.

Sugeriu-se que os henges internos às vezes construídos das estruturas da pedra e da madeira estiveram usados como os declinometers solares, usados medir a posição do sol se levantando ou de ajuste. Estas estruturas aparecem de nenhuma maneira em todos os henges e pós-datam frequentemente consideravelmente os henges eles mesmos. Conseqüentemente não são conectados necessariamente com a função original dos henge. Conjectured que poderiam ter sido usados sincronizar um calendário ao ciclo solar para finalidades de plantar colheitas ou de cronometrar rituals religiosos. Alguns henges têm os pólos, as pedras ou as entradas que indicariam a posição do sol se levantando ou de ajuste durante e whilst outros parecem moldar determinadas constelações. Adicionalmente, muitos são colocados de modo que os montes próximos marquem ou não interfiram com tais observações. Finalmente, alguns henges parecem ser colocados em latitudes particulares. Para o exemplo, um número é colocado em a de 55 graus norte, onde os mesmos dois marcadores podem indicar o sol se levantando e de ajuste para os equinócios da mola e do outono. Henges está atual do norte extremo ao sul extremo de Grâ Bretanha entretanto e assim que sua latitude não poderia ter sido da importância grande.

O formalisation é atribuído geralmente aos henges; indicações dos interesses dos construtores em controlar a chegada em, a entrada a e o movimento dentro dos cercos. Isto foi conseguido com colocar pedras flanqueando ou avenidas em entradas de alguns henges ou dividindo-se acima de usar-se interno do espaço círculos da madeira. Quando alguns eram os primeiros monumentos a ser construídos em suas áreas, outros foram adicionados às paisagens já importantes, especial os exemplos maiores.

Arqueólogos britânicos descobriram vestígios de um enorme círculo de pedras, muito maior do que Stonehenge, na mesma região do monumento arqueológico, no sul da Grã-Bretanha.

O “Super-henge” era composto por até 60 pedras enormes, que formavam uma circunferência de 1,5 km de diâmetro.

Depois de quatro anos de pesquisa, especialistas britânicos e alemães traçaram um mapa detalhado de uma vasta área ao redor de Stonehenge.

Os pesquisadores descobriram que o círculo de pedras fazia parte de uma enorme área de importância religiosa, com pelo menos 17 outros monumentos e estruturas arqueológicas.

“Nós costumamos imaginar Stonehenge da forma que a vemos hoje, isolado na sua esplenditude. Mas, na verdade, ela fazia parte de uma série de monumentos, talvez menores, mas que faziam parte da paisagem”, afirmou o coordenador da pesquisa, Vincent Gaffney, da universidade de Birmingham.

A descoberta foi feita a partir de um monitoramento que utilizou técnicas variadas e criou um mapa tridimensional de uma área de 12 quilômetros quadrados.

As técnicas usadas permitiram aos arqueólogos “enxergarem” até três metros debaixo do solo para realizar as descobertas.

Rituais

Entre as 17 estruturas encontradas está uma construção de madeira de 33 metros de comprimento, construída há cerca de 6 mil anos.

Ela teria sido usada para rituais de cremação e outras práticas relacionadas.

“A construção tem três fileiras de pilares de sustentação. Ele mede cerca de 300 metros quadrados e tem uma forma levemente trapezoidal, algo interessante porque, na mesma época, cerca de 100 ou 200 anos antes, podia-se encontrar este tipo de obras trapezoidais usando megalitos (pedras gigantes)”, disse Wolfgang Neubauer, diretor do Instituto Ludwig Boltzmann, que também participou da pesquisa.

Como as obras são separadas por séculos, os cientistas não acreditam que as construções ao redor de Stonehenge tenha sido planejadas como um complexo único.

“As estruturas guiaram os construtores. Uma vez que algumas delas já existiam, as outras eram construídas ao redor delas”, afirmou o professor Gaffney.

Gaffney afirmou que a pesquisa ajuda a entender como as outras estruturas estavam relacionadas ao Stonehenge.

Sobre a resposta para a questão que talvez seja a mais misteriosa quando o assunto são os círculos de pedra – o que eles significam? – o arqueólogo é filosófico.

“A pergunta está errada. O que significam para quem? O significado de Stonehenge muda constantemente através dos tempos. Até hoje, ele tem um significado para os milhares de pessoas que vão celebrar os solstícios todo ano.”

Stonehenge 

Usando um poderoso radar de penetração no solo (RPS), pesquisadores que trabalham em torno de Stonehenge detectaram um tesouro completamente inesperado. Debaixo da terra se escondem túmulos funerários, capelas, santuários, poços e – o mais notável de todos – um monumento megalítico maciço composto por mais de 50 pedras gigantes enterrados ao longo de um invólucro em forma de C de mais de 300 metros de comprimento.

Esta notícia surreal está redefinindo praticamente tudo o que pensávamos que sabíamos sobre Stonehenge. Apenas uma semana depois de descobrir que ele já foi um círculo completo, os arqueólogos das Universidades de Birmingham e Bradford, e do Instituto Ludwig Boltzmann, em Viena, romperam a imagem de Stonehenge como um lugar desolado e solitário.

Os quatro dons das pessoas altamente sensíveis (PAS)

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Por que eu vejo as coisas de forma diferente dos demais? Por que sofro mais que as outras pessoas? Por que encontro alívio na minha própria solidão? Por que sinto e vejo coisas que os outros não percebem? Quando se está em minoria, o primeiro sentimento é sentir-se em desvantagem e com medo.
Fazer parte dos 20% da população que se reconhece como altamente sensível não é uma desvantagem e nem o rotula como “diferente”. É bem possível que, ao longo da sua vida e principalmente durante a sua infância, você tenha tido consciência desta distância emocional, e muitas vezes tenha lidado com a sensação de viver em uma bolha de alienação e solidão.

A alta sensibilidade é um dom, uma ferramenta que lhe permite aprofundar e ter empatia com todas as coisas e pessoas. Poucas pessoas têm essa capacidade de aprendizagem de vida. Foi Elaine N. Aron que, no início dos anos noventa ao investigar as personalidades introvertidas, explicou em detalhes as características que refletiam uma realidade social: as pessoas altamente sensíveis são pensativas, empáticas e emocionalmente reativas.

Se este é o seu caso, se você se identificou com as características que a Dra. Aron publicou em seu livro “A pessoa altamente sensível”, é importante saber que essa sensibilidade não é uma razão para se sentir estranho ou diferente. Pelo contrário, você deve se sentir feliz por ter recebido esses quatro dons.

Os dons das pessoas altamente sensíveis

1- O dom do conhecimento interior

Desde a infância, a criança altamente sensível perceberá aspectos do seu dia a dia que lhe trarão uma mistura se sentimentos: angústia, contradição e muita curiosidade. Seus olhos captarão aspectos que os adultos nem percebem.

Aquele olhar de frustração de seus professores, a expressão preocupada da sua mãe… Ser capaz de perceber as coisas que outras crianças não veem lhes ensinará desde cedo que, às vezes, a vida é difícil e contraditória. É uma criança precoce que percebe o mundo sem a maturidade suficiente para entender as emoções.

O conhecimento das emoções é uma arma poderosa. Nos faz entender melhor as pessoas, mas também nos torna mais vulneráveis à dor e ao comportamento dos demais.

A sensibilidade é uma luz resplandecente, mas sempre ouviremos comentários do tipo: “você leva tudo muito a sério”, ou então “você é muito sensível.”

Você é o que é. Um presente exige grande responsabilidade, o seu conhecimento sobre as emoções exige cuidados e proteção.

2- O dom de desfrutar da solidão

As PAS encontram prazer em seus momentos de solidão. São pessoas criativas que gostam de música, leitura, hobbies…. Isso não significa que não gostem da companhia dos outros, mas sim que também se sentem felizes sozinhas.

Elas não têm medo da solidão. É nesses momentos que conseguem se conectar com eles mesmos, com os seus pensamentos, livres de apegos e olhares curiosos.

3- O dom de viver com o coração

As pessoas altamente sensíveis vivem através do coração. Vivem intensamente o amor, a amizade e sentem muito prazer com os pequenos gestos do cotidiano.

Elas são frequentemente associadas ao sofrimento pela sua tendência a desenvolver depressão, tristeza e vulnerabilidade frente ao comportamento das pessoas. No entanto, vivem o amor com muita intensidade.

Não estamos falando somente dos relacionamentos afetivos, mas da amizade, dos carinhos do dia a dia, da beleza de uma pintura, de uma paisagem ou uma música especial. Tudo é vivenciado com muita intensidade pela pessoa altamente sensível.

4- O dom do crescimento interior

A alta sensibilidade não pode ser curada. A pessoa já nasce com essa característica e esse dom se manifesta desde criança. Suas perguntas, sua intuição, o seu desconforto com luzes ou cheiros fortes e a sua vulnerabilidade emocional já demonstram a sua sensibilidade exagerada.

Não é fácil viver com esse dom. No entanto, se você reconhecer que é altamente sensível, deve aprender a administrar essa sensibilidade. Não deixe que as emoções negativas o desestabilizem e o façam sofrer.

Perceba que os outros têm um ritmo diferente do seu. Muitas vezes eles não vivem as emoções tão intensamente quanto você. Isso não significa que o amem menos; é somente uma forma diferente de vivenciar as emoções. Tente entendê-los e respeitá-los.

Conheça a si mesmo e as suas habilidades; encontre o seu equilíbrio e promova o seu crescimento pessoal. Você é único e vive a partir do coração. Fique em paz, viva em segurança e seja muito feliz.

FONTE: https://www.facebook.com/contioutra?pnref=story

Sasquatsch

Em uma manhã nublada de domingo em 1996, Jeffrey Meldrum e seu irmão dirigiram até Walla Walla, Washington, para ver se podiam encontrar Paul Freeman, reconhecido entre os círculos de admiradores do Pé Grande como fonte de moldes de pegadas. Meldrum – que acompanha a história do Pé Grande desde que era menino – ouviu que Freeman era um embusteiro, “de forma que eu tinha minhas dúvidas quanto a recebê-lo”, ele lembra. Os irmãos chegaram sem aviso, disse Meldrum, e conversaram com Freeman sobre sua coleção. Freeman disse que tinha encontrado rastros naquela manhã, mas as pegadas não eram boas, nem valiam um molde. Os irmãos quiseram vê-las assim mesmo. “Eu imaginei que poderíamos usar aquilo para estudar a anatomia de uma fraude”, diz Meldrum. Em vez disso, a visita de Meldrum a um dos cumes das Blue Mountains o colocou firmemente na busca a que se dedica desde então.

Meldrum, 49 anos, professor associado de anatomia e antropologia da Idaho State University, é um especialista em morfologia do pé e locomoção de símios e hominídeos. Ele estuda a evolução do bipedismo e editou From biped to strider (Springer, 2004), livro de referência. Ele empregou seus conhecimentos de anatomia no sítio nos arredores de Walla Walla. As pegadas de pouco mais de 35 cm que Freeman lhe mostrou eram interessantes, relata Meldrum, pois algumas viravam para fora em um ângulo de 45o, sugerindo que o responsável por elas havia olhado para trás, por cima do ombro. Algumas mostravam marcas de pele, outras eram planas com detalhes anatômicos distintos, outras ainda registravam os pés em uma corrida – pegadas apenas da parte dianteira do pé, do contato dos dedos com a lama. Meldrum extraiu moldes e decidiu que seria difícil falsificar as pegadas dos pés em uma corrida, “a menos que você tivesse algum tipo de dispositivo, alguns dedos mecânicos flexíveis”.

Para Meldrum, a anatomia registrada naquelas pegadas e nos moldes de outras que também examinou, assim como os pêlos não identificados, as gravações estranhas e depoimentos de testemunhas, se somam como evidência válida que merece estudo. Ele analisa essas evidências em Sasquatch: legend meets science (Forge, 2006). “Meu livro não é uma tentativa de convencer as pessoas da existência do Sasquatch”, diz enfaticamente Meldrum. Em vez disso, ele argumenta que “a evidência existente justifica plenamente a investigação e o interesse nessa questão”.

Para os críticos de Meldrum – incluindo colegas da universidade e cientistas de seu próprio campo de estudo –, a mesma coleção não é evidência válida, e o exame feito por ele seria pseudocientífico: nada mais que crença envolta em linguagem de análise e rigor científicos. “Mesmo se você tiver 1 milhão de provas, se toda evidência for inconclusiva, não é possível esperar que a soma delas produza algo conclusivo”, diz David J. Daegling, antropólogo da University of Florida e autor de Bigfoot exposed (AltaMira, 2004), que critica Meldrum e sua busca pelo Pé Grande na Skeptical Inquirer.

CENTENAS DE MOLDES: A coleção de Meldrum o leva a acreditar na existência de um bípede de pés grandes no Noroeste Pacífico

Nenhum lado pode vencer essa questão sem um espécime ou fóssil de Sasquatch – ou uma confissão de um grupo de forjadores de pegadas. Enquanto isso, observadores assistem a um debate notável pelo fato de ambos os lados usarem virtualmente a mesma linguagem, refutarem as interpretações um do outro com o mesmo tom de descrença e insistirem que sua meta é idêntica: honrar o método científico. E a pergunta de como se deve lidar com a “ciência marginal” permanece aberta: alguns observadores dizem que Meldrum, que foi atacado por colegas e teve sua promoção rejeitada duas vezes, deveria ser deixado em paz para fazer seu trabalho. Outros rebatem que, nesta era de criacionismo, negação do aquecimento global, de amplo sentimento anticiência e ignorância científica, é particularmente imperativo que a má ciência seja denunciada e analisada de forma rigorosa.

Meldrum é um homem alto, de bigodes, tranqüilo, amistoso e sociável. Em uma manhã recente, em seu escritório – repleto de parafernália do Pé Grande – ele explicou que seu interesse pelo assunto surgiu quando tinha 11 anos e viu o agora famoso filme de Roger Patterson, de um suposto Sasquatch entrando a passos largos na floresta. Meldrum listou a criptozoologia (o estudo de criaturas escondidas como o yeti e o monstro do lago Ness) como um interesse em seu currículo quando se candidatou ao trabalho de doutorado. Mas o Pé Grande não havia se tornado uma meta propriamente dita até chegar à Idaho State University, em 1993, e retornar ao Noroeste Pacífico, onde cresceu.

O laboratório de Meldrum abriga mais de 200 moldes relacionados ao Pé Grande. Enquanto abre gavetas e fala sobre os moldes, Meldrum mostra alguns com sinais de fraude e outros que o intrigam devido à anatomia, estrias de pêlos, musculatura e uma aparente fratura na região mediotársica – um par de articulações no meio do pé símio que apresenta menos mobilidade no pé humano por causa do arco. Mostra uma peça particularmente controversa chamada molde Skookum (excelente), que ele acha que pode ser de um Sasquatch se inclinando – e outros pensam que pode ser de um alce se inclinando. “Há uma chance de estarmos errados”, ele diz. “Mas com as pegadas, tenho mais certeza.” Desconsiderar os moldes incomuns “não é nem um pouco científico. É irresponsabilidade”, argumenta Meldrum.

“Ele traz mais rigor científico a essa questão que qualquer outro estudioso no passado, além de fazer uma análise de ponta das pegadas”, ressalta David R. Begun, paleoan-tropólogo da University of Toronto. Todd R. Disotell, antropólogo da New York University, concorda: “Ele está tentando empregar rigor nisso”. Ambos os pesquisadores colaboram com Meldrum apesar de não aceitarem sua hipótese de existência de uma grande criatura símia. “Se ele me entregar uma amostra de fezes, sangue ou pêlos, estou disposto a fazer o que faço com qualquer coisa que tiver”, diz Disotell. “Eu o acompanho porque há duas formas de enxergar a situação: ou estou fazendo boa ciência, encontrando alternativas ou desmascarando fraudes, ou participarei da descoberta do século.” Disotell às vezes é motivo de gozação durante rodadas de cerveja por causa do Pé Grande, mas não é nada semelhante ao que Meldrum enfrenta: “Eu acho que o que está acontecendo com ele é uma vergonha”.

Em sua famosa palestra “Cargo cult science” (Ciência de culto à carga), em 1974, Richard Feynman descreveu o pensamento e a integridade científicos como “uma espécie de honestidade incondicional – algo como ir ao outro extremo” para levantar e examinar qualquer dúvida, cada interpretação. Esse tipo de pensamento, dizem os críticos, está faltando no trabalho de Meldrum sobre o Pé Grande – mas está presente em sua pesquisa de fósseis e do andar dos primatas. O principal crítico de Meldrum em seu próprio campo é Daegling, que conclui que a “evidência não parece melhor sob uma análise mais profunda; parece pior”. Ele acrescenta que “a questão não é o Pé Grande, mas a maneira como cientistas fazem seu trabalho, e como devemos ser autocríticos”.

Meldrum responde dizendo que a maioria das pessoas não o vê peneirando criticamente todas as evidências que chegam até ele – e descartando a maioria delas. Mas se às vezes ele se sente frustrado e sitiado pelos céticos, parece que alguns em sua comunidade se sentem sitiados por sua insistência para que mais pesquisadores aceitem suas interpretações ou participem de sua missão. Em uma crítica aos livros de Meldrum e Daegling na American Journal of Physical Anthropology, Matt Cartmill, da Duke University, concluiu que se as chances de o Pé Grande ser real forem de uma em 10 mil (apenas um palpite), então contar com um antropólogo físico no caso parece uma alocação razoável de recursos profissionais – e, portanto, Meldrum não merece zombaria nem abusos. Mas Cartmill, que nota estar “convicto” de que o Sasquatch não existe, se irrita com a tentativa de Meldrum de tentar culpar aqueles que não estudam o Pé Grande e seu desprezo por eles, como se fossem preguiçosos ou arrogantes.

A tensão é inevitável para a ciência marginal, diz Trent D. Stephens, da Idaho State, co-autor de um livro com Meldrum sobre biologia evolucionária e mormonismo. Como ele coloca: “Nós, cientistas, somos péssimos para julgar as coisas marginalizadas, que não são populares. E dizemos que nossos erros sobre aquilo que está à margem são todos históricos; nós alegamos que não cometemos estes erros atualmente”.

 

Um perito forense americano afirma que acredita ter encontrado fortes evidências da existência da lendária criatura que ficou conhecida como Pé Grande.

Diversas pessoas já afirmaram ter visto criaturas deste tipo, mas os relatos sempre foram recebidos de maneira cética por cientistas, que contestam a existência do Pé Grande.

O investigador Jimmy Chilcutt, do Departamento de Polícia de Conroe, no Texas, especialista na análise de marcas de pegadas e impressões digitais, diz acreditar que seis pegadas atribuídas à criatura são genuínas.

Chilcutt afirma que ficou convencido da existência do Pé Grande depois de estudar as características de uma pegada de 42 centímetros encontrada em Washington, em 1987.

Diferença

“O que difere essa marca é que ela tem sulcos dérmicos, e a forma e a textura são compatíveis com a forma e a textura dos sulcos de uma outra, encontrada na Califórnia”, disse o investigador em entrevista à BBC.

Suposta pegada do Yeti do Himalaia

Pé Grande é uma versão americana do Yeti do Himalaia

“Os sulcos são cerca de duas vezes mais grossos que os de um ser humano”, acrescentou Chilcutt.

Antes de se envolver no estudo das pegadas, o investigador da polícia texana reuniu uma coleção de rastros de macacos como parte de um projeto de pesquisa.

De acordo com Jimmy Chilcutt, as características da forma dos sulcos das pegadas são cruciais para provar que as marcas não foram feitas por um homem ou algum primata com o pé maior do que o comum.

“Os sulcos acompanham a lateral da pegada. Em humanos, os sulcos cruzam a extensão da pegada”, disse o perito. “Isso é o que torna (a pegada do suposto Pé Grande) única.”

“O único outro animal que eu vi deixar esse rastro foi um macaco berrador da Costa Rica.”

“Como perito forense, não me importo com o que eu acho ou acredito. Eu examino evidências físicas e chego a uma conclusão. Eu sei que há um animal lá fora, porque eu vi as evidências físicas.”

Versão americana

O Pé Grande é considerado uma versão americana do Yeti do Himalaia. O nome surgiu a partir das enormes e misteriosas pegadas encontradas em uma floresta da Califórnia em 1959. Centenas de outras pegadas foram descobertas desde então, mas muitas delas acabaram sendo identificadas como farsas.

“Há relatos de pessoas que afirmam ter visto a criatura em todos Estados americanos, exceto no Havaí e em Rhode Island”, afirma Craig Woolheater, diretor do Centro de Pesquisas Pé Grande do Texas.

“Não é o elo perdido, não é um extraterrestre, é apenas um animal: um primata de carne e osso que aprendeu a ser esquivo e evitar o homem sempre que possível.”

A organização de Woolheater investiga por ano cerca de cem relatos de aparições do Pé Grande no Texas e em Estados vizinhos como Arkansas e Louisiana.

Os membros do grupo utilizam uma grande variedade de equipamentos – câmeras por controle remoto, sistemas de vigilância por vídeo, aparelhos para visão noturna etc. – em um esforço para conseguir provas em foto ou vídeo da existência da criatura.

Até agora, a iniciativa não foi bem-sucedida, a maioria das ‘evidências’ encontradas – como fotos, amostras de pêlo e até sangue – acabou se revelando falsa.

Conheça 4 tipos de “Pé-Grande” espalhados pelo mundo

O Sasquatch canadense

O Sasquatch seria, basicamente, a mesma criatura do que o Pé Grande original, mas dizem que possui hábitos noturnos e é muito veloz. Alguns dizem que ele rouba comida e que seqüestra mulheres – e alguns homens. Um cara chamado Albert Ostman disse que foi seqüestrado e mantido refém por uma família de Sasquatchs. Ele suspeita que a família estava tentando arranjar um parceiro para a filha Sasquatch. Mas antes que ele fosse obrigado a fazer “o trabalho sujo”, Ostman escapou. Ele não apresentou evidência nenhuma que provasse sua história.

Yeti do Nepal

Talvez o Yeti seja o primo mais famoso do Pé Grande. Ele também é conhecido como o “Abominável Homem das Neves” (mas vamos concordar que Yeti soa melhor). Dizem que ele vive perto das montanhas do Himalaia e pegadas suas geralmente são encontradas na neve por lá. Dizem que ele é coberto de pêlos cinzas e é musculoso, tendo cerca de 90 quilos e um metro e oitenta de altura. O montanhista Reinhold Messner passou meses no Nepal para tentar estudar os Yetis e descobriu que o que acontece é que ursos da região, que são muito grandes, acabam fazendo com que as pessoas pensem que se trata de uma criatura diferente.

Yowie australiano

Os relatos sobre o Yowie mudam consideravelmente (a altura das criaturas avistadas varia, por exemplo, de 1,50 metros a 3,4 metros). Dizem que possuem olhos vermelhos ou amarelos e que possuem pêlos escuros. Seus braços seriam tão longos que quase tocam o chão. A palavra Yowie viria da palavra aborígene “Yuwi”, que significa “espírito dos sonhos”.

O Orang Pendek da Indonésia

Os nativos da ilha de Sumatra acreditam a muito tempo na lenda do Orang Pendek, que significa “pequeno homem”. Como seu nome diz, é o mais baixinho dos primos do pé grande, medindo no máximo um metro e meio. Ele teria pêlos escuros ou amarelados, uma espécie de abdômen proeminente (como uma barriguinha de chope) e cabelos muito longos. Uma das primeiras que reportou oficialmente ter visto um Orang Pendek foi um colonizador dinamarquês, em 1923. Apesar de estar armado, o colonizador não atirou na criatura por ela parecer “muito humana”.

Suposto cadáver extraterrestre de Roswell são divulgadas

O renomado pesquisador e jornalista Jaime Maussan apresentou ao público novas provas sobre dois cadáveres, supostamente de extraterrestres. Assim, um novo e interessante capítulo foi somado ao debate histórico sobre a existência de vida extraterrestre, especialmente no que diz respeito ao incidente de Roswell.

Em uma conferência, realizada no Auditório Nacional da Cidade do México, ele falou sobre novas teorias de óvnis, usando como base as dissertações de especialistas no assunto, como James J. Hurtak, Paul T. Hellyer e Thomas J. Carey, revelando elementos do caso Roswell, de 1947, quando teria sido descoberto um cadáver caído de uma nave extraterrestre.

Existem milhares e milhares de galáxias e continuamos pensando que somos os únicos e os mais inteligentes, mas não é assim”, afirmou Maussan, enquanto apresentava dois slides que mostravam os corpos dos dois supostos alienígenas.

No entanto, nem todos os pesquisadores de criaturas extraterrestres concordam que as imagens seriam realmente de uma criatura que veio do espaço. De acordo com Nigel Watson, autor do Manual de Investigações Óvnis, “os slides do caso Roswell e seus autores anônimos apenas assumem que essas imagens são do suposto alienígena de Roswell, além de que as imagens são de má qualidade, como se eles tivessem tirado a foto de uma múmia em um museu”. Muitos críticos dizem que a imagem é parecida com a de uma múmia egípcia que está no museu Smithsonian, nos Estados Unidos.