Evolução da nossa raça Segundo Helena Blavatsky

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AS PRIMEIRAS RAÇAS
A Primeira Raça com as suas sete sub-raças foi composta por Seres Divinos. Esses seres, atualmente, são os representantes das SETE categorias de ANJOS.
H. Blavatsky diz que eles eram descendentes dos “Homens Celestes”, chamados na filosofia hindu -“Antepassados Lunares” ou Pitris – compostos por Sete classes de Hierarquias.

A constituição destes Seres Divinos era de matéria extremamente ténue e ficou registada nos anais do Conhecimento como a “Raça dos Deuses”. Eles se encontravam em estado imaterial e assinalam o primeiro grande período evolutivo da Terra, que ainda estava em convulsões dos seus elementos.

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Raças-raiz, segundo a Teosofia, são as Raças que evoluem em uma ronda de um globo (veja também cadeia planetária). Para a Teosofia, em cada ronda evoluem sete raças-raiz, e cada raça-raiz produz sete sub-raças, que são ramos derivados da raça-raiz. Na atual ronda terrestre já se desenvolveram as seguintes cinco raças-raiz em nosso globo:            

Nascidos por Si Mesmos” ou “Sem Mente” – Esta raça teria aparecido há 300 milhões de anos e vivido em um continente que Blavatsky chamou de “A Ilha Sagrada e Imperecível”. Os homens desta raça (se é que podem ser chamados de “homens”) eram imensos e não possuiam nem corpo físico (eram seres etéreos), nem mente. A reprodução ocorria por cissiparidade (algo semelhante ao que ocorre com as amebas). Como esta raça não era mortal, ela não desapareceu, apenas converteu-se na próxima, os “Nascidos do Suor”; A Primeira Raça foi absorvida pela Segunda Raça e o que era “externo na primeira torna-se interno” na segunda.                                                                                                                       

Nascidos do Suor” ou “Sem Ossos” – Eles teriam vivido em um continente chamado “Hiperbóreo”. Nesta raça apareceu um rudimento de mente, no entanto, ainda não havia uma ponte entre espírito e matéria para a mentalidade. Ao final do seu período de evolução esta raça converteu-se na seguinte, a “Nascidos do Ovo”. As duas primeiras raças são chamadas de raças semidivinas; Os corpos da Segunda Raça Raiz eram gelatinosos e hermafroditas. Esta Raça carregou em si o germe da inteligência. Os Devas modelaram esta Segunda Raça. O seu corpo, por ser etérico, não lhes dava aparência humana no plano físico. Os elementos Ar e o Fogo trabalharam no ciclo desta segunda Raça implantando-lhes o sentido do tacto e desenvolvendo a consciência destes seres que futuramente serão os humanos.

A Segunda Raça cria a Terceira e perece.

Antes da formação da Terceira Raça Raíz houve grandes mudanças geológicas. A Terra encontrava-se ainda em estado material sutil. O gigantesco continente da Lemúria surgiu após o primeiro grande dilúvio. A Lemúria foi o berço da Terceira Raça Raíz.

Na formação e desenvolvimento da Raça lemuriana, inicia-se a densificação do planeta.                                                                                                                                            

Nascidos do Ovo” ou “lemuriana” – A terceira raça, a Lemuriana existiu em um continente gigantesco que ficava onde atualmente é o Oceano Pacífico. A Austrália, Ilha da Páscoa, costa do Chile, etc. são partes da Lemúria. Esta raça era inicialmente hermafrodita, reproduziam-se por meio de um ovo que se desprendia do corpo.                                                   Os lemurianos já tinham as formas físicas bem diferentes das raças anteriores, e também bem diferentes de nossa raça. Eram gigantes com mais de 4 ou 5 metro de altura, seus braços e pernas eram bem mais compridos, suas orelhas eram tão grandes que tocavam os ombros.

Eram seres esplêndidos e possuíam o poder da vontade de forma descomunal. Com uma simples vontade podiam fortalecer um braço, por exemplo, para pegar o tronco de uma árvore ou pesos muito mais elevados. O poder da vontade que possuíam eram o suficiente para criar seus castelos sem se utilizar à engenharia.
Seus olhos eram bem separados mais parecendo olhos de pássaros nas laterais, onde enxergavam a parte frente e de trás.

Os Lemurianos desenvolveram um olho no meio da testa foi onde ficaram conhecidos como os ‘Ciclopes’ da mitologia. Com este olho no meio da testa, tinham o poder de enxergar as várias dimensões do universo. Quando eles olhavam o ar viam as entidades que habitam no ar, viam as entidades da terra, as entidades da água e as entidades do fogo. Os Lemurianos viam a alma das pessoas que morreram da mesma forma que vemos em vida. Através deste olho exatamente no Chacra Ajna e seus supra-sentidos, enxergavam até a vida nos outros planetas, etc,. Quando chegavam à hora de sua morte, o próprio lêmure cavava sua sepultura e deitava nela para desencarnar em paz. Os lêmures aceitavam a morte com naturalidade, pois suas percepções extrasensoriais eram super mais desenvolvidas, e continuavam vendo os mortos normalmente… Com o passar de milhares de anos, este maravilhoso olho central dos lêmures foi se atrofiando até se transformar em nossa tão misteriosa glândula pineal.

Foi na Lemúria que ouve a separação dos sexos e também a origem da palavra, falavam usando apenas vogais (sete vogais mágicas) e depois de muito tempo é que surgiu as consoantes.

Nas últimas sub-raças, os Lemurianos se degeneraram assustadoramente transformando-se em miocenos, uma raça de monos progenitores dos pitencoídes atuais.                          

Atlante” – Estes teriam sido os gigantes que viveram há 18 milhões de anos atrás, em um continente chamado “Atlântida“. Seriam os primeiros que podemos chamar de “homens”. A raça atlante representaria o ponto mediano da evolução nesta atual ronda. A Atlântida, assim como os seus habitantes, teria sido destruída por um cataclismo. Os sobreviventes desse desastre fundaram a nova raça-raiz, a ariana;                         Resultado de imagem para atlantes                                   

Ariana” – A atual raça-raiz, que, segundo Blavatsky, existiria há cerca de 1 milhão de anos.

Para Blavatsky, nesta Ronda ainda surgirão mais duas raças-raiz, quando então a atual ronda chegará ao seu fim:

  1. Sexta raça-raiz” – mais desenvolvida que a quinta.

  2. Sétima raça-raiz” – mais desenvolvida que a sexta.

 

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Lemúria

Por milhares de anos, os Polinésios têm transmitido, de geração a geração, a estória de uma civilização do Pacífico que foi a terra natal do gênero humano.

O nome Mu, de certo modo, parece ser uma contração pouco interessante de um nome mais exótico. Por outro lado, a palavra Lemúria nos traz a imagem de uma terra no princípio dos tempos, uma terra esquecida em nossas histórias mas não em nossos sonhos. O nome Lemúria resultou de uma polêmica do século dezenove sobre a Origem das Espécies de Darwin. Os defensores de Darwin tiveram dificuldades para explicar como certas espécies se distribuíram ao longo de extensas áreas. Em particular, os zoólogos tiveram dificuldades para explicar a distribuição dos lêmures. O lêmure é uma pequena forma primitiva de primata encontrado na África, Madagascar, Índia e no arquipélago Índico Oriental.

Alguns zoólogos sugeriram a existência de uma massa de terra no Oceano Índico, entre Madagascar e a Índia, há milhões de anos atrás. Um zoólogo inglês, Phillip L. Schlater, propôs o nome Lemúria (LEMURia) para a antiga terra dos LÊMURES no Oceano Índico. Earnst Heinrich Haeckel (1834-1919), um naturalista Alemão e seguidor de Darwin, utilizou a Lemúria para explicar a ausência de restos de fósseis do homem primitivo: se o homem teve origem em um continente submerso no Oceano Índico, todos os fósseis do elo perdido estariam agora dentro do mar. Para citar Haeckel: “Schlater deu a este continente o nome de Lemúria, devido aos semi-macacos que eram característicos dele.”

Os zoólogos agora explicam a distribuição dos lêmures sem recorrer ao uso de uma ponte de terra. E os antropólogos descobriram muitos ossos do homem antigo na África. Entretanto, no século dezenove, as teorias de Haeckel eram amplamente lidas e respeitadas. Como conseqüência, o nome Lemúria era bastante conhecido entre as pessoas educadas da Europa e da América.

Madame Elena Petrovna Blavatsky (nascida Helena Hahn 1831-1891), fundadora da Teosofia, em seu livro A Doutrina Secreta (1888), sustentou ter tomado conhecimento da Lemúria através do Livro de Dzyan que, segundo ela, foi escrito na Atlântida e a ela revelado pelos Mahatmas.

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Entretanto, em seus escritos, ela atribuiu a Philip Schlater a honra da criação do nome Lemúria. Madame Blavatsky situou sua Lemúria no Oceano Índico há cerca de 150 milhões de anos atrás. Ela pode ter tido suas idéias de uma terra submersa no Oceano Índico a partir das lendas sânscritas do ex-continente de Rutas que submergiu no mar. Mas o nome Rutas soava muito apático e sem inspiração para denominar um lugar tão proeminente na história cósmica.

Ela descreveu os Lemurianos como a terceira raça raiz que habitou a terra. Eram seres ovíparos com um terceiro olho que os dava poderes psíquicos e permitia que funcionassem sem um cérebro. Originalmente bissexuais, sua decadência ocorreu após terem descoberto o sexo. O Teósofo Inglês W. Scott-Elliot, que diz ter recebido seu conhecimento por “clarividência astral” dos Mestres da Teosofia, escreve na Estória da Atlântida e da Lemúria Perdida (1896), que as proezas sexuais dos Lemurianos revoltaram os seres espirituais, Lhas, a tal ponto que eles se recusaram a cumprir o plano cósmico de se tornarem os primeiros a encarnar nos corpos dos Lemurianos. Scott-Elliot situou sua Lemúria não apenas no Oceano Índico: ele a descreveu como se estendendo a partir da costa leste africana e cruzando os Oceanos Índico e Pacífico. Neste século, os escritores têm, cada vez mais, situado a Lemúria no Oceano Pacífico.

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Até mesmo os médiuns e os profetas modernos canalizam seres que foram cidadãos da Lemúria. Hoje, praticamente todos os que ouviram falar da Lemúria consideram que as lendas de Mu são idênticas à da terra dos lêmures do zoólogo Inglês. Afinal, Mu não é exatamente uma forma reduzida de LeMUria?