Grey’s

“Greys” ou “Grays” são supostos seres extraterrestres que recebem este nome em função da sua cor de pele. São seres com grandes cabeças, olhos amendoados e corpos pequenos. Eles vem da Constelação de Órion e do Sistema Estelar Zeta Reticuli. 

De acordo com ufólogos e investigadores, eles possuem uma população muito pequena. Não tem almas como seres humanos e se comportam como robôs. Muitos ufólogos acreditam que os Grey’s servem os reptilianos e que seriam os responsáveis por grande parte dos raptos em nosso planeta. 

Em torno de metade de todos os relatos de avistamentos nos Estados Unidos são descritos como extraterrestres Grey. A origem dos Greys é comumente associada ao Caso Roswell e a reivindicação da abdução de Betty e Barney Hill.

Esses seres são estudados no ramo da Ufologia e Exobiologia, mas nunca foram capturados ou avistados oficialmente. Além do mais, coleta de informações sobre tais seres provêm das mais variadas fontes, incluindo: ufólogos, abduzidos,contactados, informantes, hipnose, médiuns, psicofonia, psicografia, dentre tantas outras.

Acredita-se que os Grey’s estão relacionados com o governo dos USA, e que esta íntima relação resultou em grandes avanços tecnológicos nos últimos 50 anos, feitos pelos militares e a ciência governamental. Entre estes avanços se incluem:

  • os caças F-117

  •  bombardeiros B-2

  • JOSHUA, uma arma ultrassônica, da qual recentemente foi apresentada uma variante do estudo da pesquisa de onda para o público.   

A teoria é mais ou menos assim: um grupo secreto dentro do Governo (conhecido como Majestic-12, ou Jason Society ou ainda Jason Scholars) concedeu aos Greys grandes faixas de terra no Sudoeste Americano, próximo da área de Four Corners, e nestas terras foram construídas grandes bases subterrâneas, conhecidas como DUMBs (Deep Underground Military Bases – ou seja, Bases Militares subterrâneas profundas). Destes locais, os Greys são capazes de abduzir seus escolhidos com muito mais facilidade e menos chance de serem observados, obtendo assim locais para a abdução mais perto das suas locações.

Tudo isto é conhecido como “Teoria da Troca de Tecnologia entre o Governo dos Estados Unidos e os Aliens” e é uma teoria muito popular, em vários níveis, entre muitos pesquisadores e outros, os quais acreditam que o governo está constantemente mentindo sobre o seu envolvimento com o fenômeno UFO, mantendo as informações secretas, ao mesmo tempo em que usa táticas de desinformação para fazer com que todas as testemunhas pareçam, no mínimo, tolas. A desinformação aparece em várias formas, desde a propaganda do governo, mentindo sobre atividades, ameaçando testemunhas, até as formas mais verbais de “pesquisadores” que tentam convencer aos outros que não existe um fenômeno UFO e nem algum tipo de vida extraterrestre.

SUGESTÃO DE PESQUISA: OPERAÇÃO PRATO NO BRASIL

Foram encontrados no Peru e México, Crânios de Nefilins-Anunnakis

Quando os arqueólogos escavaram o antigo local de enterro em “El Cementerio”, perto da aldeia mexicana de Onavas, eles fizeram uma descoberta chocante e supreendente. Eles acharam e desenterraram 25 crânios, dos quais 13 eram extremamente alongados e pontudos na parte de trás e não pareciam ser inteiramente humanos, de seres da Terra.

POR APRIL HOLLOWAY 

 O local do enterro foi descoberto por moradores da pequena vila de Onavas em 1999, quando o trabalho estava sendo realizado para construir um sistema de irrigação. É o primeiro cemitério pré-hispânico encontrado no estado mexicano do norte de Sonora, e remonta há cerca de 1.000 anos.

Crânios alongados no Museu Ica, em Paracas, no Peru.

Dos 25 indivíduos desenterrados, 17 deles eram crianças entre 5 meses e 16 anos de idade e apenas 1 era do sexo feminino. As crianças não tinham sinais de doença ou algum trauma, indicando a causa da morte.  Especialistas têm teorizado que a deformidade dos crânios foram intencionalmente produzidas através do ritual de achatamento da cabeça, também chamado de deformação craniana, em que o crânio é comprimido entre duas placas de madeira desde a infância.

Embora a prática fosse algo comum entre as populações pré-hispânicas da Mesoamérica e oeste do México, é a primeira vez que crânios alongados foram encontrados no norte do México. Os primeiros exemplos de deformação craniana remontam ao período Neolítico, cerca de 10.000 anos atrás, e a prática tem existido entre muitas culturas ao redor do mundo.

Crânios alongados no Museu Ica, em Paracas, no Peru.

A razão para a prática, contudo, é menos clara ainda. Algumas tribos têm relatado que eles acreditam que as pessoas com cabeças alongadas têm maior inteligência. Outras razões incluem o reforço da beleza, aumentar a posição social, ou torná-los parecendo mais ferozes na guerra. Brien Foerster, autor e especialista em crânios alongados, apresentou algumas das pesquisas mais espetaculares sobre o assunto.

Ele descobriu que enquanto a maioria dos crânios mostram claros sinais de deformação craniana deliberada, há uma percentagem de crânios – aqueles encontrados em Paracus, no Peruque são anatomicamente diferentes e que não podem ser explicadas por práticas de achatamento da cabeça. Estes crânios, disse ele, tem um volume craniano que é 25% maior do que os crânios humanos convencionais (a simples deformação craniana não aumenta o volume), e que pesam 60% a mais.

Brien Foerster apresentou outras diferenças: “esse crânios apresentavam dois pequenos furos na parte posterior do crânio, perpendicular à linha de sutura craniana presente na placa parietal do crânio. Cada crânio humano normal é composto por 3 grandes placas ósseas; placa frontal, que termina na parte superior da testa, e as duas placas parietais que estão por trás desta, cruzando a placa frontal fazendo um “T”.

Os buracos descobertos Lloyd atribui ser de origem natural, cada mandíbula humana tem um pequeno furo em cada lado, que é para os nervos e os vasos sanguíneos para sair e alimentar o tecido local, esses dois furos na parte de trás do crânio pode executar a mesma função para o crânio alongado. O outro fator é que há apenas uma placa parietal, onde deveria haver duas “. Estes resultados são bastante dramáticos, mas estranhamente nada foi declarado ou publicado em publicações tradicionais e relatórios de mídia sobre essa descoberta.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch 

Fonte: http://www.ancient-origins.net/ 

Sumérios & Anunnakis

Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados”planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os misteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje, porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? 

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como “raça de deuses”. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um  planeta de onde vieram viajantes cósmicos. 

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais . 

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o “Planeta X” existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de sua trajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam “servos” que eram “seres andróides”. Não eram seres vivos, mas agiam como se fossem.

Zecharia Sitchin Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) – When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.

   

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki – habitantes de Nibiru – visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o “sétimo planeta”, contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa? O lingüista acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os “instrutores”, os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma “colonização” ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as “artes” que caracterizam as civilizações. Sempre buscando a identidade desses “instrutores celestes”, Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação à outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito. Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Anunnaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípcios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrissagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o “buraco” onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.

A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.

Os Anunnaki

por Jason Martel

tradução: Mahajah!ck

Anunnaki: na língua suméria significa “Aqueles que desceram dos céus”; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente. Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar. Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada – a humanidade – provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás. Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo. Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”.

A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia. Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra. Entre 1983 e 1984, o IRAS – Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado “intruder – “planeta intruso”. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter. O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua. O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.

A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional. Mais recentemente, a redescoberta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás. A Evidência Documental O registro histórico documentado da existência e das realizações dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com as questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki. Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente “sair das cavernas” é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

FONTE Giants Upon the Earth – por Jason Martell,

ANCIENT-X – acessado 09/01/2007 Planet X: Past and Present – ANCIENT-X – acessado 09/01/2007

Zecharia Sitchin – ANCIENT-X – acessado 09/01/2007

tradução: Ligia Cabús (Mahajah!ck)

NIBIRU O 12º PLANETA

Entre 1902 e 1914, arqueólogos encontraram alguns pergaminhos na região da Assíria, antiga Mesopotâmia. Estes pergaminhos foram escritos 1000 anos antes das primeiras histórias bíblicas. Incrivelmente, nessa idade já se sabia muito sobre astrologia. Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos.

Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados de “planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico, eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário. Os misteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado, o 12º planeta. Este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos atrás, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Nibiru é um planeta desconhecido marrom, sua translação através do nosso sistema solar é a cada 3.600 anos.

Nibiru é dito ter várias luas ao redor e arrasta uma longa cauda de detritos e materiais de rocha. Há milhares de anos, Nibiru colidiu com um planeta que estava entre Marte e Júpiter chamado Tiamat, Nibiru completamente destruiu Tiamat, criando assim os escombros espalhados pelo cinturão de asteróides que separa os planetas exosolares e intrasolares. Desde esse ocorrido, sua órbita foi afetada, e Nibiru após a colisão teve o caminho mais longo de todos os planetas do sistema solar.

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como “raça de deuses”. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmico. Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam “servos” que eram “seres andróides”. Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

De acordo com os sumérios (a mais antiga civilização no mundo), o planeta Nibiru é habitado pela raça Anunnaki (hominídeos reptilianos). Quando Nibiru em sua translação ao Sol se aproximou do nosso planeta, o seu povo veio aqui para roubar minerais diferentes e retornar ao seu planeta e para voltar 3600 anos mais tarde. Ainda de acordo com os sumérios, o homo sapiens é uma espécie criada pelos Anunnakis, a fim de criar uma raça de escravos (nós). Segundo os Sumérios o planeta Nibiru é habitado por todos os nossos deuses.

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki – habitantes de Nibiru – visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia.

Entre 1983 e 1984, o IRAS – Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado “intruder – “planeta intruso”. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos polos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteroides que são arrastados pelo “intruso”. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte, o diluvio de Noé ou o fim da época dos dinossauros.

Existe uma área no Google Sky que está indisponível para visualização. A parte camuflada fica ao sul da constelação de Orion, local em que se estima a localização de Nibiru.

Mas de nada adiantou, uma vez que colocada a imagem em infravermelho, uma ¨coisa¨ se faz presente, com as mesmas características de Nibiru. O Nibiru já se faz visível em alguns lugares do mundo, sendo confundido com um ¨segundo sol¨

O jornal Washington Post entrevistou, na ocasião, um cientista do JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory): “Um corpo celeste possivelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra que pode ser parte deste sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion, por um telescópio em órbita. Tudo o que posso dizer é que nós não sabemos o que é isso”, disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Todos os governos sabem sobre isto e eles estão tomando providências para sobreviverem à passagem do Planeta X (Nibiru) que está vindo, para manter intacto seus poderes.

Eles sabem que eles não poderão salvar a todos, e portanto somente salvarão aqueles que eles acharem que vale a pena salvar. Existem coisas simples que você pode fazer hoje para atravessar os anos difíceis que virão. Apesar do que dizem os catastrofistas e negativistas, nossos ancestrais (pelo menos parte deles) sobreviveram cataclismos semelhantes, e portanto nós também podemos!

O que é Nibiru? Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem cinco planetas menores, um sexto planeta do tamanho da Terra que abriga vida (Homeworld), e o sétimo é o planeta ou objeto que nós chamamos de Nibiru.

O Homeworld é muito parecido com a Terra e é onde moram os Annunaki, “os Gigantes ou Deuses de Antigamente”. Nibiru é na maior parte inabitável. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU [AU=Astronomical Unit=unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol], a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar que isso pode variar. 

A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus com relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto) com relação aos demais planetas, algumas vezes ele desloca os planetas causando perturbação generalizada neste processo. 

Sua passagem é momentosa mas rápida, levando apenas algumas semanas, ou meses no máximo, após o que ele desaparece de vista. Ele tem a cor vermelha e marrom, com uma cauda cheia de entulhos, e é circundado por várias luas. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Tiamat, que agora é o Cinturão de Asteroides (localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas. Ele causou o afundamento da Atlântida e o Dilúvio de Noé. Ele é o vínculo físico (ou “balsa”) entre nosso sistema solar e o sistema da Estrela Escura (Estrela anã marrom).

Nibiru tem sido chamado de Disco Alado (com asas) ou com chifres (horned) pela humanidade do passado (por causa de sua aparência no céu). Quando Nibiru aproxima-se do sistema solar interior, ele irá acelerar rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus. A NASA está observando Nibiru agora a partir de seu novo telescópio do Polo Sul (S.P.T.=South Pole Telescope), numa área do Polo Sul.

O volume de vazamentos de insiders, de observatórios e do Vaticano está rompendo a barragem e liberando essas informações. A história mais importante da Terra em mais de 3.000 anos está se libertando das amarras feitas pelos controladores dos mercados financeiros. A maioria das agências governamentais secretas dos USA está totalmente ciente do que é esperado e estão se preparando. O Vaticano está totalmente ciente do que é esperado.

Anunnakis

Os anunnakis são um grupo de divindades sumérias de sangue real, provenientes do planeta Nibiru. Eram liderados por Enki e seu meio irmão Enlil. Como seu planeta estava prestes a ser extinto, eles vieram à Terra para explorar minério, pois precisavam construir uma camada protetora de ouro em torno do seu planeta, assim evitando a catástrofe. Estes deuses criadores criaram o homem para servir de escravo em suas minas de ouro. Porém, como o homem começou a se rebelar com os deuses, eles resolveram colocar uma chave de inibição – DNA reptiliano – no corpo humano. Essa chave teve a finalidade de que o homem não se tornasse tão evoluído quanto a Linhagem de Amélius, que lhe serviu de molde.

No início esses panteões eram idolatrados pelos povos e conviveram com as antigas civilizações em sua forma fidedigna de ser. Com o passar dos séculos, eles se infiltraram na árvores genealógica da famílias mais poderosas da Terra, com a finalidade de continuar no comando do planeta. Como existe uma hierarquia extraterrestre, acredita-se que algumas raças de alienígenas fizeram um pacto tecnológico com os governos das nações mais poderosas do mundo. Por isso, eles prestam trabalhos nos laboratórios de tecnologia avançada, que se localizam em plataformas subterrâneas.