O curioso hábito de registro fotográfico post mortem

Na Era Vitoriana¹, as fotografias post mortem — fotos de pessoas mortas — ficaram muito famosas após a própria realeza inglesa se utilizar dela para o registro de parentes que haviam morrido.

O primeiro registro fotográfico data da primeira metade do século XIX, em 1826. Ao longo dos anos de 1800, o serviço fotográfico foi muito caro e o processo era lento, já que as câmeras demoravam muito tempo para capturar a imagem, portanto, sendo considerado luxo.

Contudo, em 1839 surgiu uma técnica conhecida como daguerreótipo², criada por Louis Daguerre, que socializou em partes a produção de fotos, através de uma técnica mais barata e mais rápida. Entretanto, ainda sim era cara o suficiente para impedir que as pessoas pudessem tirar várias fotografias de si e da família ao longo dos anos, restando apenas a estratégia de guardar dinheiro para que, pelo menos, fosse possível pagar por uma foto de seu familiar após a morte.

 

Apesar de tudo isso, as fotografias post mortem surgiram, primeiramente, para que os pais pudessem guardar imagens de seus filhos, quando estes morriam. Exatamente como fora dito anteriormente, o processo de captura da imagem era demasiadamente lento e fotografar uma criança, que muitas vezes ficava impaciente, era um trabalho em dobro.

Tudo isso fez com que as fotos tiradas em vida das crianças da família fossem um serviço de luxo apenas ao alcance dos mais afortunados. A solução para o problema, juntamente com o fato de na época a mortalidade infantil ser alta, foi fotografar as crianças que haviam morrido, surgindo as post mortem. Dessa forma, os familiares ainda poderiam ter o registro dos filhos.

Exatamente pelos motivos apresentados para a prática que as fotografias post mortem não devem ser vistas com espanto, pois elas, além de serem arte, eram, talvez, o único registro de um ente querido. Elas carregam, portanto, sentimentos. O serviço para se registrar uma dessas fotos variava. Para que se assemelhassem aos retratos que eram tirados em vida, por exemplo, o fotógrafo realizava um verdadeiro trabalho artístico. Havia toda uma produção para que a pessoa que se queria registrar saísse o mais natural.

Assim, recursos de iluminação, maquiagens (pintura dos olhos), produção de cenário e vestimentas eram pensados e planejados de forma profissional e com esmero nos mínimos detalhes, de forma a garantir um cenário que representasse o cotidiano. Algumas vezes eram necessários recursos extras de produção, como estruturas em madeiras ou ferro para sustentarem os corpos das pessoas mortas. Por outro lado, existiam aqueles que não se importavam que seus parentes mortos fossem fotografados dentro de caixões, sem grandes produções artísticas, ainda que houvesse a preocupação em se produzir um ambiente tranquilo para a foto.

Por todos esses fatores, novamente, as fotografias post mortem podem ser consideradas registros de arte e uma homenagem àqueles que se foram. Com o tempo, as fotos começaram a ficar mais acessíveis às pessoas com a evolução das técnicas fotográficas e as post mortem foram abandonadas aos poucos, restando apenas aquelas tiradas de crianças muito pequenas.

Por fim, a técnica ficou marcada como uma das características e curiosidades da Era Vitoriana. Entretanto, as post mortem ganharam popularidade apenas após sua menção na cultura popular atual, por exemplo no filme “Os Outros”. A partir daí, passaram a ser conhecidas pelo grande público, todavia muita gente ainda encará-las como imagens sinistras, de mau gosto e como um tabu na sociedade atual.Em contrapartida, muitos fotógrafos contemporâneos fazem desse tipo de foto arte.

Anúncios

A lua cheia na vidas pessoas

Ontem assisti a um documentário que tratava sobre a influência da lua cheia na vida das pessoas e dos animais. Então agora, posto um artigo sobre o tema. Leia abaixo:

Lobisomens, vampiros, boom de nascimentos… não dá para contar os personagens e acontecimentos – falsos e verdadeiros – ligados às fases da Lua, particularmente ao surgir da Lua Cheia. O último fato da lista parece ser a ligação da Lua com a insônia. Pesquisa séria, feita em laboratório, indica que o disco lunar completamente iluminado atrapalha o sono e atrasa o adormecimento: mas a luz lunar que eventualmente passa através das persianas não tem nada a ver com isso. Por qual estrada chegará até nós a influência da Christian Cajochen, pesquisador da Universidade da Basiléia, Suíça, examinou os padrões do sono humano em relação aos ciclos lunares, retomando uma experiência iniciada há dez anos. O estudo original tinha como objetivo principal explorar as relações entre idade e qualidade do sono.
Ele envolvia 33 voluntários de idade entre 20 e 74 anos, cujo sono foi estudado durante 64 noites seguidas. Os voluntários foram estudados em condições de controle muito rígido. Entre outros cuidados, eles foram completamente isolados da luz natural.

Cajochen pensou que os mesmos dados poderiam também ser usados para avaliar como as fases lunares influenciam o sono. Assim, o pesquisador dividiu as 64 noites do experimento em três grupos com base na maior ou menor aproximação deles à fase da Lua Cheia.
Os voluntários testados nas noites mais próximas à Lua Cheia, ou concomitantes a ela, mostraram, com efeito, um sono mais agitado. Por exemplo, a atividade cerebral relativa ao sono profundo mostrava um decremento de 30% em relação à média. Também os níveis de melatonina, hormônio que regula os ciclos de sono/vigília, revelaram- se bem mais baixos.

Além disso, esses pacientes levaram em média 5 minutos a mais para adormecer, e dormiram no total cerca de 20 minutos a menos.
A qualidade do sono deles foi considerada inferior de 15% em relação à qualidade do sono do resto do grupo. É tudo culpa da Lua? Claro, os resultados da pesquisa devem ser analisados com cautela, já que a amostragem foi considerada pequena e pelo fato de o objeto da pesquisa ser inicialmente outro, diferente do objeto agora escolhido. No entanto, ressaltam os pesquisadores, os dados obtidos foram atentamente calculados e foram excluídos outros fatores que pudessem perturbar o sono, tais como a influência da luz natural no quarto ou a concomitância, nas mulheres, com o ciclo menstrual.
“Cada pessoa na Terra possui o seu próprio ritmo circadiano de 24 horas” explicou Cajochen. “Depois desse experimento podemos lançar a hipótese de que todos nós sofremos os efeitos dos ciclos lunares. Talvez no cérebro exista também um relógio circalunar, mas nós simplesmente ainda não sabemos nada dele”, concluiu.

Outra crença muito antiga, ainda viva nos dias de hoje, é a de que os ciclos da Lua podem influir não apenas sobre o temperamento e o humor, sobretudo os das mulheres, mas também sobre a fertilidade feminina e os partos. A responsabilidade dessa crença deve-se a uma curiosa coincidência numérica: o mês lunar dura cerca 29 dias e 12 horas; o ciclo menstrual feminino dura em média entre 28 e 29 dias. Tais hipóteses, no entanto, são fortemente desmentidas pela comunidade científica. Mas é essa mesma ciência a estudar curiosos fenômenos naturais de nascimento e concepção ligados às fases da Lua. Os corais da Grande Barreira Coralina, no norte da Austrália, por exemplo, começam a se reproduzir em massa nas noites de Lua Cheia, e em modo perfeitamente sincronizado.
O que lhes dá esse “ritmo” são fotorreceptores especiais sensíveis aos comprimentos de ondas luminosas emitidos pela Lua. Inúmeros outros animais, sobretudo insetos e batráquios, também preferem as noites de Lua Cheia para seus ritos de sedução e acasalamento.
Paladina dos nascimentos, senhora das colheitas e das semeaduras, responsável pela qualidade do vinho, doida e caprichosa, capaz de ativar em cada um de nós os instintos mais estranhos e primitivos, em torno da Lua todas as civilizações teceram as mais bizarras crenças e superstições. Existe quem a considere responsável por terremotos e crises epilépticas.

Existe quem controla em que fase a Lua se encontra antes de atirar-se a uma relação sexual. Quem acha ser ela o motor que ativa impulsos criminosos e até mesmo os que levam a assassinatos. Sem contar os que não acreditam de modo algum que o homem já caminhou na superfície lunar, e afirmam que as façanhas dos as tronautas norte-americanos não passam de contos da carochinha.
E o lobisomem que ataca nas noites de Lua Cheia? A lenda, que parece ter origem europeia, se espalhou pelos cinco continentes, e até hoje existem aqueles que preferem permanecer trancados em casa nas noites em que a Lua bem redonda brilha inteira no céu.
Em 2007, Andy Parr, inspetor de polícia inglês do Sussex, pediu reforços para patrulhar as ruas nas noites de Lua Cheia. Noites nas quais, segundo ele, ocorre um aumento dos crimes e dos comportamentos agressivos. “Com base na minha experiência de mais de vinte anos como policial”, Parr declarou aos microfones da BBC, a rádio estatal inglesa, “posso afirmar que nas noites de Lua Cheia cruzamos nas ruas com pessoas que demonstram atitudes muito estranhas.
Pessoas nervosas, encrenqueiras, briguentas”. Esse policial não é o primeiro a denunciar uma ligação entre as fases lunares e episódios violentos. Trinta anos antes dele, Arnold Lieber, psicólogo norte- -americano autor de uma importante pesquisa sobre mais de 11 mil agressões registradas na Flórida no arco de cinco anos, tentou provar que essa influência lunar nefasta é verdadeira. Também Lieber afirmou que, pelos resultados da sua pesquisa, a maior parte das agressões ocorre nas noites de Lua Cheia, ou nas horas que a precedem.
Os estudos sobre os efeitos bizarros provocados pelo nosso satélite não se limitam ao ser humano. Entre 1997 e 1999, alguns médicos de Bradford, na Inglaterra, analisaram mais de 1600 casos de mordidas de animais. Concluíram que as possibilidades de sermos mordidos redobram nos dias próximos à Lua Cheia.
Mas, também aqui, tais pesquisas não persuadiram a comunidade científica. Alguns cientistas preferem se debruçar sobre outra possibilidade: Também o nosso corpo se ressente da influência do magnetismo lunar que provoca o fenômeno das marés oceânicas? A pergunta tem razão de ser, já que, sabidamente, o magnetismo lunar influencia os líquidos que existem sobre nosso planeta. Como nosso corpo é constituído principalmente de líquidos…
As principais possibilidades estudadas dizem respeito a náuseas, cefaleias, distúrbios cognitivos e de confusão mental. Nada foi provado em definitivo, mas existem pesquisadores dispostos a apostar que nosso satélite possa não apenas mover a água dos oceanos, mas também aquela que existe no interior do corpo humano. A maioria dos médicos, no entanto, sorri diante dessas considerações, considerando que não apenas a força que a Lua exerce sobre nosso corpo é extremamente débil, mas também que os líquidos corporais estão encapsulados nos tecidos e não estão livres para flutuar e correr, como acontece com a água dos oceanos.
Assim, diante de tantos prós e contras a respeito da influência da Lua sobre nossas vidas, melhor ficar com uma influência que, esta sim, é absolutamente certa: a força da sugestão. Em estudo publicado na revista Epilepsy & Behaviour, em 2004, os únicos ataques epilépticos que efetivamente aumentam nas noites de Lua Cheia são os “falsos ataques”. Aqueles que não são causados por disfunções elétricas do cérebro, mas sim por distúrbios psicóticos.

E os que só cortam os cabelos numa determinada fase da Lua? Eles são muitos, e acreditam existir uma ligação entre as fases da Lua e o crescimento dos cabelos. Trata-se de uma crença muito antiga que tem suas raízes nas tradições populares ligadas às técnicas de magia simpática – um corpo de crenças baseadas no princípio da similitude entre aquilo que deve ser curado e os meios utilizados para chegar-se à cura. Em outras palavras, se a Lua cresce, crescerão também as unhas, os pelos e os cabelos…

Bioletrografia ou Foto Kirlian

Desde a descoberta da foto Kirlian, surgiram muitas especulações sobre a validade da técnica. Muitos dizem que se trata da foto da aura; outros, afirmam que o processo capta apenas uma emanação energética produzida pelo metabolismo do corpo (o campo bioelétrico). Mas, a grande dúvida que ainda permanece é se, além do registro físico, existe também a captação de energias mais sutis. 

Nossa intenção não é afirmar e nem negar que a kirliangrafia pode, de alguma forma, comprovar a existência do campo espiritual, mas, apresentarmos fatos e opiniões de estudiosos a respeito. Com a metodologia de análise científica atual ainda não é possível termos uma resposta conclusiva, o que por outro lado, significa descartarmos muitos pontos importantes sobre a existência do espírito que anima a matéria. Como ressalta Allan Kardec no primeiro capítulo de A Gênese: “As descobertas da ciência glorificam Deus, em lugar de o rebaixar, elas não destroem senão o que os homens edificaram sobre idéias falsas que eles fizeram de Deus”.

Esse pensamento deixa evidente a importância dos fundamentos científicos, no entanto, nos leva à reflexão de que ciência, filosofia e religião precisam marchar juntas rumo ao progresso, complementando-se na compreensão dos fatos.

No caso da foto Kirlian, apesar do receio sobre as interpretações equivocadas, muitos avanços têm ocorrido na área. Em 1999, o Ministério da Saúde da Rússia reconheceu oficialmente a Kirliangrafia como um estudo científico, capaz de auxiliar médicos e psicólogos na identificação de problemas de saúde. A técnica foi incorporada também ao cronograma de disciplinas curriculares do curso de terapias naturais e holísticas de algumas universidades brasileiras. Além disso, as máquinas de hoje estão muito mais avançadas que os primeiros modelos.

Resultado de imagem para bioeletrografia

Quanto à invenção da máquina Kirlian, existem divergências de dados. Até pouco tempo atrás, pensava-se que o processo havia sido descoberto acidentalmente pelo eletrotecno soviético Semyon Davidovich Kirlian, quando fazia reparos em um aparelho de eletroterapia e percebeu que objetos próximos ao gerador de alta freqüência produziam uma irradiação luminosa ao seu redor. A partir do ano 2000, o padre e físico brasileiro, Roberto Landell de Moura, foi reconhecido internacionalmente como o inventor da Máquina Bioeletrográfica (nomenclatura atual atribuída a Kirliangrafia), por ter sido o primeiro a realizar pesquisas científicas, em 1904, principalmente na área da saúde. Mas por motivos doutrinários na época, a Igreja Católica não permitiu que ele prosseguisse em suas pesquisas. Tempos depois, o russo Semyon Davidovich Kirlian reinventou o processo, em 1939, e acabou recebendo as glórias do experimento.

Com o passar dos anos o processo evoluiu, principalmente após 1995, com a descoberta do cientista Konstantin Korotkov, que fabricou uma máquina capaz de colocar a imagem diretamente na tela do computador através de um sistema óptico, sem a necessidade de filme fotográfico.

Kirliangrafia e saúde

O professor de física e vice-presidente da UIMBA (União Internacional de Medicina e Bioeletrografia Aplicada), Newton Milhomens, relata que ao energizar a placa metálica da Máquina Kirlian com o dedo polegar, ocorrem dois tipos de descargas elétricas através dos poros digitais. “Conforme seja a composição química desses gases e vapores exalados e ionizados por essas descargas elétricas, surgem as diversas cores e estruturas nas fotos Kirlian”, explica. Ele afirma que a Kirlian não é foto da aura nem de corpos sutis, pois diz ser esse termo religioso e prefere acreditar em evidências científicas. Mas acrescenta que o aparelho consegue registrar os gases ou vapores produzidos pelo metabolismo celular. Isso ocorre porque conforme a composição química desses gases que são exalados pelo corpo, registram-se diversas cores e estruturas geométricas, tornando possível verificar o estado de saúde orgânica e psíquica da pessoa.

Resultado de imagem para fotografia kirlian espiritismo

O efeito Kirlian consegue fotografar a ionização dos gases emitidos pelos poros da pele. A escolha do dedo indicador como processo de leitura na foto, de acordo com o físico, baseia-se nos fundamentos da acupuntura chinesa e da reflexologia, que utilizam os dedos dos pés e das mãos como indicadores dos órgãos humanos. As cores e estruturas que aparecem permitem ao profissional capacitado interpretar os possíveis problemas de saúde. 

FONTE DE PESQUISA: Revista Cristã de Espiritismo, edição 39. 

 

Megafones gigantes amplificam os sons de floresta na Estônia

Os sutis sons do cantar dos pássaros, do vento se movendo através das folhas e do riacho correndo sobre os seixos certamente estão entre os mais terapêuticos e relaxantes da natureza. Esses sons serviram de inspiração para um grupo de estudantes de arquitetura da Academia de Artes da Estônia para a criação de um belo projeto.

Como proposta para um trabalho acadêmico de intervenções na floresta, o grupo de alunos desenvolveu uma estrutura de madeira que tem o poder de amplificar até os ruídos mais imperceptíveis. Com o objetivo de criar uma experiência de interação entre ser humano e natureza única, o grupo instalou três megafones de madeira gigantes em uma área verde para que os visitantes contemplem, relaxem, observem e ouçam o ambiente natural.

Posicionados no terreno em forma de triângulo de frente para o centro, os megafones gigantes proporcionam uma sensação acústica diferenciada e surreal. Além de uma maior observação do ambiente, a estrutura permite ótimos momentos de descanso na floresta. “Os megafones de três metros de diâmetro operam como um ‘coreto’ para a floresta ao redor da instalação, amplificando seus sons.” dizem os criadores do projeto.

Nas imagens capturadas pelo fotógrafo Tõnu Tunnel podemos ver a bela estrutura sendo visitadas e despertando a curiosidade sobre o que a natureza nos tem a dizer.

Pessoas sensitivas

12647048_609465905870239_40907731609586542_n

Ser uma pessoa sensitiva, ou empata, significa que ter a capacidade de perceber e ser afetado pelas energias de outras pessoas e ter uma capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente outros. A sua vida é inconscientemente influenciada pelos desejos dos outros, desejos, pensamentos e estados de espírito. Ser um empata é muito mais do que ser altamente sensível e não está limitado apenas às emoções.Pessoas mais sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como apenas saber as motivações e intenções de outras pessoas.

Aqui ficam 30 dos traços mais comuns do SENSITIVO ou EMPATA:

1. Saber: os sensitivos sabem coisas, sem lhes ser dito. É um conhecimento que vai além da intuição, mesmo que essa seja a forma como muitos poderiam descrever o saber. Quanto mais sintonizados eles são, mais forte este dom se torna.

2. Estar em locais públicos pode ser esmagador ou avassalador: lugares como shoppings, supermercados ou estádios onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor pode preencher o empata com as emoções turbulentas vindas de outras pessoas.

3. Sentir as emoções e tomá-las como suas: este é grande fardo para sensitivos. Alguns deles vão sentir emoções vindas daqueles que estão perto e outros poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas. Os empatas mais sintonizados irão saber se alguém está a ter maus pensamentos sobre eles, até mesmo a uma grande distância.

4. Assistir violência, crueldade ou tragédias na TV pode tornar-se insuportável. Quanto mais sintonizado um empata se torna, pior se torna o ato de ver TV. Pode acontecer, eventualmente, este ter de parar de ver televisão e ler jornais por completo.

5. O empata sabe quando alguém não está a ser honesto: se um amigo ou um ente querido lhe está a dizer mentiras ele sabe disso (embora muitos sensitivos tentam não se focar muito nesse conhecimento porque saber que um ente querido está a mentir pode ser doloroso). Se alguém está a dizer alguma coisa mas se ele sente ou pensa de outra, o empata simplesmente sabe.

6. Captar os sintomas físicos de uma outra pessoa: um empata pode desenvolver as doenças de outra pessoa (constipações, infecções oculares, dores no corpo e dores), especialmente aqueles que são mais próximos, um pouco como as dores de simpatia.

7. Distúrbios digestivos e problemas nas costas: o chacra do plexo solar tem base no centro do abdômen e é conhecido como a sede das emoções. Este é o lugar onde os empatas sentem a emoção de entrada do outro, o que pode enfraquecer a área e, eventualmente, levar a qualquer problema, desde úlceras estomacais a má digestão, entre muitas outras coisas. Os problemas nas costas podem-se desenvolver porque quando uma pessoa que não tem conhecimento que é um empata e não está preparada, estará quase sempre “sem chão”.

8. Sempre a olhar os oprimidos: qualquer um cujo sofrimento, dor emocional, a ser vítima de injustiça ou intimidado, chama a atenção e a compaixão de um empata.

9. Outros irão querer descarregar os seus problemas, até mesmo estranhos: um empata pode-se tornar uma lixeira para questões e problemas de toda a gente e se não tiver cuidado pode acabar como utilizando esses problemas como seus próprios.

10. Fadiga constante: os sensitivos muitas vezes ficam sem energia, seja de vampiros de energia ou apenas captando em demasia a energia dos outros, que até mesmo o sono não cure. Muitos são diagnosticados com Fadiga Crônica ou até Fibromialgia.

11. Personalidade possivelmente viciada: álcool, drogas, sexo, são, para citar apenas alguns vícios a que os empatas podem recorrer, para bloquear as emoções dos outros. É uma forma de auto-proteção, a fim de se esconder de alguém ou de algo. Pode não se tornar um vício mas, em menor escala, hábitos regulares.

12. Atração para a cura, as terapias holísticas e todas outras coisas metafísicas: embora muitos sensitivos gostassem de curar os outros, podem acabar por se afastar dessa vocação (mesmo tendo eles uma capacidade natural para isso), depois de se terem estudado e formado, porque eles carregam muito daqueles que eles estão a tentar curar. Especialmente se eles não sabem da sua capacidade e habilidade da empatia. Qualquer coisa que tenha uma natureza sobrenatural é de interesse para os sensitivos e não se surpreende ou ficar chocado facilmente. Mesmo com uma revelação que muitos outros considerariam impensável, por exemplo, os empatas teriam reconhecido o mundo seria redondo quando todos os outros acreditavam que era plana.

13. Criatividade: a cantar, dançar, atuar, desenhar ou escrever, um empata terá uma forte veia criativa e uma imaginação muito fértil.

Descobertas assustadoras

Tortura

Gaston Maspero, arqueólogo, encontrou uma múmia incomum em algumas escavações no Egito. O que chamou atenção nesse caso foi o fato de que, contrário de outros corpos embalsamados, este apresentava uma expressão de dor e músculos retorcidos. Não tinha identificação no sarcófago, porém, acredita-se que se tratava de uma vítima de tortura que possivelmente teria cometido um erro muito grave. Chamada de “Homem desconhecido E”, a múmia passou por estudos em 2012 que comprovavam a teoria, identificando o corpo como o prícipe Pentewere, filho de Ramsés III, que foi enterrado vivo como pena por participar do assassinato do pai.

Conserva

Enquanto colhiam turfa- vegetal usado no aquecimento de casas- dois irmãos encontraram um cadáver estrangulado por uma corda. No momento acharam que o crime havia sido cometido recentemente, e chamaram a polícia. Mas o caso precisou de um arqueólogo, já que o crime teria acontecido há quase 2.400 anos. O corpo sofreu mumificação natural pelo solo e a cabeça, junto dos órgãos internos, estavam tão intactos que foi possível saber o que a vítima tinha comido no jantar. Essa descoberta aconteceu nos anos 50, na Dinamarca, e a múmia- chamada Homem de Tollund- é considerada o corpo pré histórico mais conservado já encontrado.

Homem de gelo

Nas montanhas da Áustria, em 1991, foi encontrado um corpo congelado. Alguns alpinistas estavam escalando, quando se depararam com o corpo de um homem de mais de 5.300 anos, morto por uma flechada. O mais curiosos é que o sangue de Otzi, nome que recebeu depois, estava tão preservado que parecia um material recém coletado.

Estacas

Na Suécia, mas especificamente na cidade de Motala, foram encontrados 11 crânios humanos espetados com estacas e alguns tinhas outros crânios dentro deles. Arqueólogos dizem que o local, próximo de um lago, era usado para depósito de mortos que foram oferecidos como sacrifício humano há 8 mil anos atrás.

Sem cabeça

Um depósito misterioso encontrado na cidade de Dorset, na Inglaterra, no ano de 2009, continha 54 esqueletos separados das cabeças. Os pesquisadores acredita, que aldeões foram mortos durante uma invasão, mas a forma como os pescoços foram cortados não corresponde com a teoria. Até agora o que se sabe é que eles são escandinavos e provavelmente são vikings, que teriam vivido por volta do século XI.

Câmara de gás

O arqueólogo Robert du Mesnil du Buisson, fazia escavações no ano de 1933 em uma antiga fortaleza na região atual da Síria, quando encontrou uma pilha de 19 esqueletos de soldados romanos no fundo de um túnel. E além disso, um soldado persa que aparentava estar em pânico, tentando tirar sua armadura. Haviam local vestígios de enxofre e betume que deram a ideia de que ali era uma armadilha química dos persas para encurralar soldados romanos que não conseguissem sair a tempo de serem mortos pelo gás.

Sacrifício gelado

Perto do vulcão Llullaillaco, na Argentina, foram encontradas 3 múmias no ano de 1999, que estavam em excelente preservação. De acordo com os arqueólogos, algumas crianças incas eram oferecidas para sacrifício capacocha. Elas deveriam caminhar até o alto da montanha e ficar no frio até a morte.

Quebra-cabeça

Nas terras altas da Escócia, foram encontrados um casal de esqueletos, nas ruínas de uma área habitada há mais de 3 mil anos. Foram dedicados 10 anos de estudos, até que um professor de arqueologia biomédica da Universidade de Manchester resolveu fazer teste de DNA nos ossos, que não se encaixavam corretamente. O resultado foi assustador e mostrou que os esqueletos haviam sido montados a partir de seis corpos diferentes que teriam sido enterrados 300 anos depois de suas mortes.

ETs

Na cidade de Onavas, no Méximo, foram encontrados por agricultores locais 25 corpos em 1999. O susto foi grande, mas o espanto ao ver o formato dos crânios foi maior. Eles foram atestados como legítimos esqueletos de alienígenas. Porém, os cientistas derrubaram essa teoria feita pela população e abriram para eles o real motivo. Se tratava de corpos que tinham mais de mil anos e que haviam sido deformados propositalmente. Crianças de civilizações pré-hispânicas recebiam placas de madeira que eram amarradas em suas cabeças para que ficassem desse formato.