Glândula pineal e abertura da consciência divina

                                                                Glândula pineal (3)

Localizada no centro do cérebro, na altura dos olhos, a Glândula Pineal é a conexão entre o plano físico e espiritual, uma fonte de energia etérica, que ativa “poderes sobrenaturais”. Descartes foi um grande místico de escolas iniciáticas e dizia que a Glândula Pineal é a glândula do saber, sede da alma no corpo físico, ponto de acesso às elevadas dimensões, estimulando nossa mente superior e desenvolvendo potenciais intelectuais. Já Nostradamus (nome iniciático, que em latim significa “Nossa Dama”, em serviço da grande Senhora), dizia que a glândula pineal é a antena mais fina e mais alta do nosso sistema nervoso central.

Como podemos observar, todas as escolas iniciáticas trabalham para desenvolver a glândula pineal. Mas porque razão? Vamos entender um pouco…

Ao ativarmos a Glandula Pineal, a energia cósmica desce, carregando com ela o intelecto superior, e assim como a poeira luminosa dos universos flui, as ideias divinas da Mente Divina, também. E então, a sua verdadeira natureza é revelada. Ambos os hemisférios cerebrais irão trabalhar harmônicamente, e o seu campo eletromagnético será estabilizado. Adentra-se o estado de silêncio interior, de não desejar, não julgar, não rotular, mas ser o puro silêncio da respiração, que o levará ao estágio de tornar-se “um” com a respiração da criação.

Quando falamos em ativar a Pineal, significa que esta glândula passará a funcionar como um portal de energia cósmica, o que nos habilita a interagir e trabalhar em planos elevados de consciência. A mente cósmica é onipresente em cada face da criação e você percebe que você é a mente cósmica, quando desvela isto em você. A “realidade” existe através de sua consciência, e não ao contrário.

Em 99, 9% dos humanos, a Pineal está atrofiada. Mas eu substituiria esta palavra por recolhida, pois nós estamos desnorteados, ou seja, não estamos alinhados com a energia lumínica, logo, estamos fora do eixo… o que causa a perda da conexão com o Eu Superior, privando-nos de um estado de completude divina.

Devido ao gradual desaparecimento da espiritualidade e do aumento da materialidade humanas, substituída a natureza espiritual pela física, o Terceiro Olho foi-se“petrificando”, atrofiando-se gradualmente, começou a perder suas faculdades e a visão espiritual tornou-se obscurecida.

Nos últimos tempos, vários estudiosos despertaram pela pesquisa mais profunda do grande mistério em torno da glândula pineal.

Sérgio Felipe de Oliveira, psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica e física quântica, afirma que a pineal é um sensor capaz de ver o mundo espiritual e de coligá-lo à estrutura biológica. É uma glândula que vive no dualismo, matéria/espírito. Ela recolhe frequências de ondas de mundos sutis e decodifica para a mente do clarividente e este a interpreta com seu intelecto, com sua razão.

A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

O interesse pela glândula pineal vem de muito tempo. E selecionando algumas das inúmeras representações dessa glândula, espalhadas por toda a Europa, Egito antigo, Índia antiga pergunto: Você já parou para pensar o que significa aquela pinha localizada bem no topo da cabeça de Buda, por exemplo? E porque o Vaticano foi construído no pátio da pinha?

A pinha no topo da cabeça de alguns mestres são representações da glândula pineal e indica que estes alcançaram a iluminação, ou seja, estão alinhados ao mais elevado centro espiritual, formando uma linha mística da evolução do ser. Tudo porque sua glândula pineal está ativada e se expande através do chacra coronário.

O vaticano embora não admita conhece tudo de geometria sagrada, pois estavam em contato direto com os povos antigos e recolheram muitas informações dos cátaros, templários e místicos cristãos. Tudo é simbologia… o altar é colocado em local protegido energeticamente,  e eles sabem inclusive o tipo de madeira com que deve ser construído. Eles são os herdeiros do conhecimento e um exemplo disso, é a forma como o Vaticano foi construído.

Visto de cima, ele parece uma chave. Ele foi construído no Pátio da Pinha que é adornado com uma grande pinha na frente da sua entrada. O local escolhido é porque a catedral maior é o nosso cérebro e quem rege é a glândula pineal. Então eles fizeram fora, como é dentro. Na geometria sagrada!

Glândula pineal e a produção de melatonina

A glândula pineal está localizada no centro do cérebro, bem escondida. Ela tem a forma de pinha, do tamanho de uma uva passa. Ela é bioluminecente, brilhando na escuridão do cérebro e além de tudo é sensível a luz.

Curiosamente a anatomia da glândula consiste de uma lente, uma córnea e uma retina, tal como os nossos olhos. Então é por isso que os cientistas acadêmicos acreditam que num passado remoto, ela poderia ter sido um olho e que ela foi atrofiando.

Cientistas estão descobrindo o que os místicos dos tempos egípcios, dos templos hindus, dos templos da China antiga, dos Persas e outros já sabiam … que as doenças degenerativas bem como o envelhecimento do nosso corpo está associado ao hormônio melatonina. A melatonina é considerada pelos místicos o elixir da juventude.

A glândula pineal é profundamente ligada com a nossa presença divina e traz até o nosso cérebro essa luz, distribuindo para todo o nosso sistema nervoso. O que a ciência moderna ainda não sabe, é que nós podemos ter um pouco mais de controle sobre o elixir da juventude.  Para isso, temos que colocar a glândula pineal mais frequentemente em contato com a presença divina, para que ela consiga produzir a melatonina de forma mais abundante, mesmo quando o corpo físico estiver com mais idade. Uma das inúmeras formas é meditar na claridade do dia, no período da manhã. Mas se isso não for possível durante o dia, pode ser feito também à noite, desde de que com todas as luzes artificiais apagadas e sem a presença de espelhos. Dessa forma, a nossa glândula pineal também receberá a frequência lumínica.

A melatonina pode ser considerada como poderoso antioxidante ou antienvelhecimento, tanto pelos seus efeitos fisiológicos e farmacológicos, como pela ausência de efeitos colaterais. Vimos então, que os cientistas já relataram vários efeitos benéficos da melatonina, mesmo assim, ainda existe muito a ser estudado sobre este e outros hormônios e sobre a tão importante glândula pineal, considerada a caixa preta do nosso cérebro. Pouco conhecimento a ciência acadêmica tem sobre ela, seus hormônios e sobre sua atuação sobre os nossos corpos.

Aproveitando a deixa, vamos lembrar um pouco de uma história que faz parte da nossa evolução: Numa época distante, antes da Atlântida, existiram os Lemurianos também chamados de cíclopes, pois tinham um olho só. Estes, eram nós quando possuíamos corpos diferentes. Dessa forma, essa informação de que a glândula pineal tenha sido um olho, segundo os templos místicos é verdade, ela foi recolhendo e mudando o seu poder. Foi evoluindo.

Quando éramos cíclopes há anos atrás, víamos não apenas essa dimensão, mas principalmente outras. Aliás a terceira dimensão era a que menos percebíamos, pois este terceiro olho era um veículo com capacidade de colher frequências de ondas de luz de dimensões mais sutis, de velocidade maior. Como naquele período nós estávamos fazendo a descida para os mundos materiais, essa descida fez com que o olho mais sensível fosse se recolhendo e se dividisse em dois olhos, que é o mundo da dualidade.

Agora estamos fazendo a curva para subir novamente. Importante salientar que essa glândula apenas se recolheu, não deixando de exercer sua função. Ela continua sendo um olho. Só que um olho que percebe os mundos sutis a partir de dentro de nós, percebendo outras realidades.

Um grande número de pequenos cristais foram encontrados na glândula. São os chamados de microcristais de calcite, semelhantes as do ouvido interno, com qualidades de um campo elétrico. Se os cristais da glândula pineal possuem as mesmas qualidades, então, isso poderia fornecer um meio pelo qual um campo magnético externo pode influenciar diretamente o cérebro. 

Esses cristais eram velhos conhecidos pelos antigos templos de mistérios. Possuem a forma piramidal. Essa informação não consta nos estudos acadêmicos. Essa informação é perigosa, pois de posse dela podem existir pessoas que criem campos magnéticos externos para influenciar a minha glândula pineal de acordo com a vontade delas. Existem aparelhos que criam ondas que nos influenciam e devemos estar lúcidos de que isso existe. Pois algumas forças não dignas,  podem manipular nossa estrutura. Pode ser um exemplo disso, a insônia, confusão mental, síndromes e depressões, desenvolvendo doenças ainda mais sérias. Tudo isso com intuito de nos manipular.

Mas existe uma saída para que essa manipulação não nos atinja. Devemos nos conectar com hierarquias de luz. Não esqueçam de que a luz é maior que a escuridão.