Os Devas

Os devas são seres superiluminados, subservientes à energia da criação e responsáveis pela organização da natureza. Dentro da hierarquia cósmica, estão no mesmo nível dos arcanjos e Elohim, e lideram toda a equipe de elementais presentes no reino natural: Duendes, gnomos, sílfides, náiades, nereidas e tantos outros espíritos sagrados que estão ligados a cada planta ou mineral presente na natureza.

Cada vez que você come uma maçã, saiba que dentro dela existe o espírito de um elemental que é subserviente a um deva superiluminado responsáveis por todas as maçãs do mundo. A energia dévica garante que cada vez que plantarmos uma semente de maçã, é uma maçã que vai nascer e não um abacate. Toda essa organização vem do plano dévico. 

Existe muitos tipos e hierarquias de devas, claramente diferentes do reino humano, pois eles trabalham em perfeita harmonia com as outras hierarquias. Cada grupo de devas possui um trabalho específico e métodos de desenvolvimento pelos quais atingem seus objetivos e evoluem. 

Cada caminho evolutivo dévico está associado a uma cor, e o caminho de evolução violeta dos devas, por exemplo, passa pelo sentimento, pela educação da humanidade e pelo aperfeiçoamento do corpo físico. A jornada de serviço verde dos vedas está concentrada no reino de magnetização das energias que protegem toda a vida vegetal e lugares sagrados na Terra. Os devas do branco guardam os membros da família humana e controlam a água e o ar elementares nos reino dos peixes.

A evolução dos devas está se acelerando, atualmente, em sincronicidade com a evolução da família humana. Eles já atravessaram o reino humano e optaram, como bodhisattvas (seres iluminados), por ficar e trabalhar no plano terrestre.

Existe um grupo de devas onde se encontram todos os elementais que trabalham com o campo energético da humanidade e todos os elementais que trabalham com os corpos etéricos de objetos inanimados. Em outro grupo dévico, encontram-se as fadas e elfos que formam e dão colorido as flores, os elementais que trabalham com os legumes, frutos e com todo o verde que cobre a superfície da Terra. Também ligados a esse grupo estão os devas da magnetização conectados com as pedras, os talismãs e os lugares sagrados da Terra. Há também um grupo de devas encontrados ao redor das habitações dos mestres que vivem na Terra.

Existem ainda os devas que trabalham com os elementais do ar e mar, os silfos, as fadas da água e os devas que guardam os seres humanos. Existem também os chamados de pitris solares que regem todas as forças naturais, leis e processos. Os pitris solares e lunares são todos subservientes à energia criadora e expressam a vontade divina. 

Os devas vivem em todos os planos conscienciais: etérico, astral, mental e espiritual. De acordo com as escrituras sagradas da Sociedade Teosófica, os pitris solares são os minúsculos devas individuais que vêm da energia solar (prana ou chi). Eles formam nossos corpos inferiores (chacras inferiores). Nessas escrituras existem relatos informando que, nos futuro distante, em algum ponto, o reino dévico e humano vão se reunir.

À medida que, os humanos aprenderem a trabalhar mais estreitamente com a evolução dévica, aprenderão como curar e controlar seus campos de energia em maior grau. Também há devas com os quais a humanidade não tem contato direto, mas que representam um papel crucial na transmissão do prana, força vital para a humanidade, a partir do sol.

Os devas são diferentes dos espíritos da natureza e dos seres elementais pelo fato de deterem os padrões arquetípicos de todas as formas físicas na Terra e dirigirem a energia que é requerida para sua materialização. A maioria das pessoas acredita que o crescimento das plantas e animais ocorre através das leis naturais.Na verdade, os devas é que executam essa lei, e eles realizam seu trabalho sem cessar e com alegria. 

Os devas são os arquitetos. Os espíritos da natureza e os elementais são os artesões que cumprem o trabalho, recebendo não apenas o projeto do plano, mas também a energia para materializá-lo.

A palavra “deva” significa, na realidade, “um brilhante”. Os devas não tem uma forma particular, eles assumem o formato requerido, ou seja, a maneira como aparecem aos seres humanos, com frequência, correspondem às formas de pensamento que temos sobre eles, tal como as pressuposições de que os anjos são alados e que os anões carregam picaretas.

Os números e tipos de devas são infinitos por causa da enorme variedade de substâncias físicas presentes no Planeta Terra, que tem um reino vegetal altamente evoluído. 

Cada mudança na estrutura e cor de uma flor, por exemplo, requer outro grupo de construtores. Quando uma flor desabrocha, aparecem as fadas.

É necessário compreender que os animais, plantas e minerais não estão aqui apenas para servir aos humanos, mas que também os humanos estão aqui para servi-los. 

Quando flores são cortadas, as fadas construtoras podem acompanhá-las por algum tempo. Cada jardim tem não apenas uma bela aparência e perfume, mas também um belo som. Quando uma flor desabrocha com perfeição, ela cria um acorde, que é a tônica daquela flor. Esse acorde pode ser ouvido em estado meditativo.

Trecho do livro: Manual de magia com as ervas.

Fadas do inverno

She fell asleep again, in the window.:

Durante os meses de inverno, os espíritos da natureza normalmente repousam enquanto suas plantas também repousam. Entretanto, se convidar os que vivem em sua área, para a sua casa, eles podem passar os meses de inverno com você. Checando suas energias quando necessário. 

Pode exigir uma certas dose de paciência e persuasão , especialmente se os antigos moradores não fossem afeitos a sua existência e rudes com árvores e outras plantas. Eles são amigos maravilhosos com humanos, mas especialmente crianças. Adoram estar também com os animais. 

Os pequenos são um barômetro para aferir o estado de vibração da casa. Se estiver atraindo ou enviando energias negativas, eles ficam quietos e se afastam. Eles atraem sua atenção para o problema, se você não o notar imediatamente. 

No título FEITIÇOS você terá um pequeno ritual para chamar estes pequenos seres para a proteção de sua casa. 

 

Rainha Guinevere: Nova moradora da casa verde

Esta felina super simpática eu encontrei na rua, fraca, machucada e com fome. Eu sempre quis uma gata preta, mas quando peguei a Guinevere no colo, ela me olhou tão profundamente nos olhos que não tive como não trazê-la pra casa.

Ela me escolheu e até então eu nunca havia tido experiência com gatos. É inacreditável o quanto é amorosa e grata pelo carinho que dedico a ela. É um amor difícil de expressar em palavras. 

Grata aos elementais da natureza que me trouxeram este maravilhoso presente que me encanta e alegra todos os dias. 

Namaste!

Serão provas mesmo de que fadas existem

Uma das perguntas mais antigas do mundo é se fadas existem. Um professor britânico, John Hyatt, chamou a atenção da mídia recentemente, graças a uma série de fotos que fez, retratando criaturas minúsculas que se parecem com fadas.

Seria essa uma prova de que fadas existem?

Hyatt, da Universidade Metropolitana de Manchester, tirou essas fotos em torno de Lancashire, no Reino Unido. A coleção, intitulada “Rossendale Fairys” (em português, “Fadas de Rossendale”), está em exposição no Museu Whitaker, em Rossendale.

O professor tirou as fotos ao anoitecer. Na hora em que estava fazendo as fotografias, ele disse não ter percebido as criaturas minúsculas. “Quando ampliei as fotografias mais tarde no estúdio, eu vi essas figuras”, disse.

Segundo Hyatt, as imagens não foram alteradas, apenas aumentadas com técnicas normais de realce de tamanho. Ele também disse que as criaturas em suas fotos não se parecem com insetos normais.

A entomologista Erica McLaughlin, do Museu de História Natural britânico, discorda. De acordo com ela, as criaturas que Hyatt fotografou são provavelmente de uma pequena espécie de mosca da subordemNematocera, que são insetos dípteros, incluindo os mosquitos.

o-FAIRIES-1-900 

“Estas minúsculas moscas formam enxames de acasalamento, nos quais os machos ‘dançam’ para atrair o sexo oposto”, afirma. Muitos desses insetos têm asas delicadas e pernas longas que oscilam para baixo.

Hyatt parece não se importar com explicações cientificas ou se preocupar com os céticos. “As pessoas podem decidir por si mesmas o que [as criaturas] são. A mensagem é ter uma mente aberta”, afirmou. “Eu acho que é uma daquelas situações em que você precisa acreditar para ver. Muitas pessoas que viram [as fotos] dizem que elas trouxeram um pouco de magia em suas vidas”, conta.

O ex-agente especial do FBI, Ben Hansen, que também é ex-apresentador e investigador de alegações paranormais da série “Fact or Faked: Paranormal Files” do Syfy Channel, diz que Hyatt está plenamente consciente de que suas fotos não mostram se fadas existem.

“A maioria das suas citações redirecionam a conversa para longe dos fatos e para uma discussão sobre crença e magia”, disse Hansen. “O motivo? Ele faz claramente o que você esperaria de um diretor de arte e design… Tenta trazer ‘magia em suas vidas’, valorizando a beleza que cresce em todos os lugares, e que, por sua vez, pode fazer as pessoas acreditarem”, opina.

Hansen também é cético que Hyatt não tinha ideia do que estava fotografando até que viu as imagens em estúdio.

Os elementais da natureza

Todos os reinos da natureza são povoados por seres vivos imateriais que vivificam e guardam essas dimensões vibratórias que constituem seus habitats. Em princípio, todos os espíritos da natureza podem ser utilizados pelos homens nas mais variadas tarefas espirituais, para fins úteis.

CLASSIFICAÇÃO DOS ELEMENTAIS, SEGUNDO PARACELSO:

1- ELEMENTAIS DA TERRA: Gnomos

2- ELEMENTAIS DA ÁGUA: Ondinas

3- ELEMENTAIS DO AR: Silfos e Sílfides

4- ELEMENTAIS DO FOGO: Salamandras

E da China, índia e Egito, complementam a lista com:

1- ELEMENTAIS DA TERRA: duendes

2- ELEMENTAIS DA ÁGUA: Sereias

3- ELEMENTAIS DO AR: Fadas e Hamadríades

Elementais da Natureza – Parte 3

Os espíritos da natureza – todos – são naturalmente puros. Não se contaminam com dúvidas dissociativas, egoismo ou inveja, como acontece com os homens. Predominam neles inocência e ingenuidade cristalinas. Prontos a servir, acorrem solícitos a nosso chamamento, desejosos de executar nossas ordens. Nunca, porém, devemos utilizá-los em tarefas menos dignas ou a serviço de interesses mesquinhos. Aquilo que fizerem de errado, enganados por nós, refluirá inevitavelmente em prejuízo de nós mesmos. (LEI DO CARMA).

Além disso, devemos usá-los na justa medida das tarefas a serem executadas, para que eles não se escravizem aos nossos desejos e caprichos. Nunca esqueçamos que eles são seres livres, que vivem na natureza e nela fazem sua evolução. Podemos convocá-los ao serviço do amor, para o bem de nossos semelhantes, já que, com isso, lhes aceleramos a evolução. Mas é preciso respeitá-los e muito! Se os usarmos como escravos, ficaremos responsáveis pelos seus destinos, mesmo porque eles não mais nos abandonarão, exigindo amparo e proteção como se fossem animaizinhos domésticos. Com isso, podem nos prejudicar, embora não se dêem conta disso.

As leis divinas devem ser observadas. Terminada a tarefa que lhes confiamos, cumpre liberá-los imediatamente, agradecendo a colaboração e pedindo a Jesus que os abençoe.

Se o vídeo abaixo é real ou não, na verdade não tenho como comprovar, pois apenas sinto a presença desses seres fantásticos, mas vale a pena assistir: 

Namaste!

Elementais e Elementares

Twig the Fairie

Água

Os Elementais da Água – as Ondinas – atuam na Essência Invisível e Espiritual, – o Éter Úmido – e a beleza é uma característica comum.  Cheios de graça e simetria onde quer que sejam encontradas, mesmo em pinturas ou esculturas. Identificado como um símbolo feminino, está dividido em grupos que habitam as cachoeiras e os mares, onde podem ser vistos através dos vapores. Ou habitam pântanos, brejos, lagos, fontes e  rios.

As Ondinas são muito parecidas com seres humanos na sua forma, como tamanho – as que habitam os rios e fontes, tem proporções menores. Vivem em Cavernas de Corais, Juncos, às margens dos rios ou das praias. Servem e amam sua Rainha, Necksa. São seres emocionais, amigáveis com os humanos, e gostam de servir. São representadas cavalgado golfinhos ou outros grandes peixes. Possuem muito amor pelas flores e plantas, às quais servem de maneira devotada.

 

Invocação às Ondinas

“Tremendo Rei do mar, que seguras as chaves das cataratas do céu e encerras as águas subterrâneas nas cavernas da terra, Rei do dilúvio e das chuvas primaveris.Tu que abres as nascentes dos rios e das fontes. Tu que ordenas à umidade, linfa da terra, que se transforme em linfa das plantas, nós Te imploramos e invocamos, nós que somos Tuas móveis e mutantes criaturas. Fala-nos das grandes sublevações dos grandes mares e temeremos diante de Ti, fala-nos do gorgolejar das límpidas águas e procuraremos a Tua benevolência. Imensidade para a qual confluem todos os rios do ser, em Ti eternamente renascentes! Oceano de infinitas perfeições! Altura vertiginosa que até refletes no abismo! Abismo que nas alturas te exaltas! Guia-nos para a verdadeira vida, com o conhecimento supremo e com o amor infinito! Guia-nos no caminho da imortalidade através do sacrifício, a fim de que, um dia, possamos ser julgados dignos de poder te oferecer a água, o sangue e as lágrimas para a remissão dos nossos pecados.”

 

Terra

Os Elementais que vivem no Éter Terrestre são denominados de Gnomos. Existem várias espécies em desenvolvimento e evolução através do Corpo Etérico da Natureza. São conhecidos como “Espíritos das Árvores” ou “Homenzinhos velhos da floresta”. Suas casas são de substâncias similares ao alabastro, o mármore e o cimento,  mas a verdadeira substância é desconhecida no plano físico. Cada arbusto, cada flor, cada planta, cada árvore, tem o seu Espírito da Natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Quando uma planta é cortada e morre, a essência de seu Elemental retorna ao éter para ser redirecionado a uma semente a germinar.

Esse é um bom motivo para se respeitar a Natureza, sem destruir uma planta desnecessariamente. Os Gnomos se colocam à disposição do ser humano, que respeita ou cuida de um jardim ou uma planta, mesmo em um vaso.

 Os Gnomos são governados por um rei. Seu nome é Gob, e seus súditos são chamados de Gobelinos. Também se casam e constituem família. Suas mulheres são as Gnomidas, e alguns usam as roupas tecidas do Elemento em que vivem. Em outros casos, sua vestimenta é parte integrante deles mesmos e cresce com eles. Gulosos por natureza, gastam grande parte de seu tempo comendo, mas ganham seu alimento através de trabalho. Muitos são de temperamento egoísta e acumulam coisas. As crianças, até os sete anos de idade, por sua pureza, vêm os Gnomos, pois seu contato com o mundo material ainda não está completo, ainda não adquiriram defesas psicológicas e são mais conscientes dos mundos invisíveis. O comportamento dos Gnomos ou Duendes variam. Normalmente baseiam-se nas atitudes humanas devido sua proximidade com os homens, e essa aproximação é sempre favorecida quando o ser humano está mais frágil e sensível. São os Guardiões dos Minerais, com capacidade de transformar rocha em cristal. Os Duendes são ligados a Terra e podem controlar imprevistos da Natureza. O tempo de existência dos Gnomos e Duendes é de aproximadamente cem anos.

 Adoram brincadeiras e esconder coisas. Alguns possuem orelhas pontudas, grandes e tem grande quantidade de pêlos no corpo. Quando confiam no homem se tornam fiéis e grandes protetores. Adoram frutas, sendo os morangos, a cereja, a groselha e amoras silvestres, seus pratos principais favoritos.

 

Invocação aos Gnomos

 “Oh! Rei invisível que tomaste a terra por apoio e escavaste seus abismos para enche-los com Teu Supremo Poder. Tu cujo nome faz tremer as abóbadas que sustentam o mundo, Tu que fazes gotejar os sete metais das veias de pedra, Monarca das sete cores e das sete luzes, distribuidor de bem aos operários subterrâneos, guia-nos no ar desejável e no sinal da luz. Vigiamos e trabalhamos sem cessar, procuramos e esperamos pelas doze pedras da Cidade Santa, pelos talismãs escondidos, pela alma de ímã que atravessa o centro do mundo. Senhor, Senhor, Senhor, tem piedade de que sofre, alarga nossos peitos, liberta e ergue nossas cabeças, magnífica-nos. Oh! Estável e eterno movimento, Dia circundado pelas trevas da noite, Treva velada da luz! Mestre que jamais reténs para ti a recompensa devida a Teus Operários. Candor prateado! Dourado Esplendor! Coroa de diamantes brilhantes e melodiosos! Tu que usas no dedo o céu como se fosse um anel de pura safira! Tu que escondes nas entranhas da terra, no reino das gemas mais preciosas, a maravilhosa semente das estrelas! Vive, reina e sê o eterno distribuidor das tantas riquezas das quais nos nomeaste guardiões!”.

 

Fogo

 Esse grupo de Elementais são representados pelas Salamandras, que vivem no Éter que é o Invisível Elemento Fogo. Sem elas, o fogo material não existiria, um fósforo não pode ser aceso, e nem a pólvora explodiria. O ser humano é incapaz de se comunicar adequadamente com as Salamandras, pois ela reduz a cinzas tudo que delas se aproxima.

 Antigos místicos, preparavam incensos especiais de ervas e perfumes, para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial, e assim  formar nos seus rolos as figuras das Salamandras. São vistas em formas de bolas ou línguas de fogo, correndo através dos campos ou adentrando nas casas. No Brasil, são conhecidas como “Fogo-Santileno”. 

Alguns místicos afirmam ser as Salamandras seres gigantes, imponentes, flamejantes em roupas fluídas, como uma armadura de fogo. Considerados os mais poderosos dos Elementais, tem como seu regente Djin. Os Antigos buscavam manter distância delas.

 Possuem especial influência sobre os indivíduos de temperamento tempestuoso. Tanto nos animais quanto no homem as Salamandras trabalham através do emocional, por meio de calor corpóreo, do fígado e da corrente sangüínea. Sem a sua assistência, não haveria calor.

 

Invocação às Salamandras

“Imortal, Eterno, Inefável e incriado Pai de todas as coisas, que és transportado incessantemente pelo voltejante carro dos mundos em perpétuo movimento. Dominador incontestado dos reinos etéreos onde se ergue Teu trono e Teu poder, do qual Teu olhar poderoso e agudo tudo vê, e Teus santos ouvidos tudo ouvem, socorre teus filhos, que amastes desde o início dos tempos, porque Tua grande, áurea e eterna Majestade brilha resplandecente sobre o mundo, sobre o céu e sobre as estrelas, e Tu te ergues sobre tudo, oh! Cintilante fogo, e iluminas a Ti mesmo com Teu esplendor e de Tua essência imaculada emanas raios de luz que nutrem Teu Espírito infinito. Esse Espírito infinito que produz todas as coisas e prepara o tesouro inesgotável de substância sempre pronta para a criação que te circunda e apropria-se das tantas formas que Tu, desde o início, impregnaste. Este Espírito é a origem dos grandes Reis Santíssimos que circundam Teu trono e formam Tua Corte, Pai Universal! Único, Pai dos felizes mortais e imortais! Tu criaste as potências que são maravilhosamente semelhantes ao Pensamento Eterno, de Tua adorável essência! Tu as estabelecestes acima dos Anjos, Tu criaste uma ordem de soberanos nos elementos! Nosso eterno exercício é o de adorar Teus desejos; ardermos na vontade de possuir-Te, oh! Pai, oh! Mãe, a mais afetuosa das Mães! Filho, flor dos Filhos! Forma das Formas! Alma, Espírito, Harmonia e Nome de todas as coisas, guarda-nos e seremos abençoados”.

 

Ar

“… acima da Terra, existem seres vivendo em torno do ar, tal como nós vivemos em torno do mar, alguns em ilhas que o Ar forma junto com o Continente; e numa palavra, o ar é usado por Eles, tal qual a água e o mar são por nós, e o Éter é para nós. Mais ainda, o temperamento das suas estações é tal, que Eles não têm doenças e vivem muito mais tempo do que nós, e têm visão e audição e todos os outros sentidos muito mais aguçados do que os nossos, no mesmo sentido que o Ar é mais puro que a Água e o Éter do que o Ar. Eles também têm seus templos e Lugares Sagrados, em que os Deuses realmente vivem, e Eles  escutam suas vozes e recebem suas respostas; são conscientes de sua presença e mantêm conversação com Eles, e vêem o Sol, e vêem a Lua, e vêem as Estrelas, tal como realmente são. E todas suas bem-aventuranças, são desse gênero”… 

 Último discurso de Sócrates, preservado no Fédon de Platão

Os mais altos de todos os Elementais, pois seu elemento nativo é o de mais alta taxa vibratória. É comum atingirem 1000 anos de idade e não envelhecem. São os Silfos ou Sílfides, que têm como líder Paralda, e vive na mais alta montanha da Terra. Acredita-se que reúnem-se em torno da mente dos sonhadores, dos artistas, dos poetas, e os inspiram com seu conhecimento das maravilhas e obras da Natureza.

 De temperamento alegre, mutável e excêntrico. A eles é atribuída a tarefa de modelar os flocos de neve e arrebanhar as nuvens, sempre desempenhando esta tarefa com a ajuda das Ondinas, que lhes fornecem a umidade.

 

Invocação às Sílfides

“Espírito de luz, Espírito de sabedoria, cujo sopro concede e retoma a forma de todas as coisas. Tu, para quem a vida dos seres é sombra que muda e névoa que se dissipa, Tu que elevas as nuvens e voas sobre o hálito dos ventos, Tu que respiras e vives nos espaços imensos sem fim, Tu que aspiras, e cada coisa por Ti criada a Ti retorna, eterno movimento na eterna quietude, sê para sempre bendito. Nós Te louvamos e Te abençoamos no reino mutante da luz criada, das sombras, dos reflexos, das imagens, nós aspiramos fervorosamente a teu mutante e eterno esplendor. Deixa que penetre até nós a centelha de Tua infinita inteligência e o calor do Teu amor; então o que é móvel se deterá, a sombra tornar-se-á um corpo, o espírito do ar uma alma, o sonho um pensamento. E não seremos mais abatidos pela tempestade, mas seguraremos com firmeza as rédeas dos cavalos alados da manhã e seguiremos o curso dos ventos para voar diretos diante de Ti. Oh! Espírito de todos os Espíritos, eterna alma das almas, imortal sopro de vida, respiração criadora, boca que aspira e respira a existência de todos os seres no fluir e refluir de Tua eterna palavra, que é o divino oceano do movimento e da verdade”.

 

Elementares

Acreditamos na dualidade das coisas, de tudo que é visível e invisível e sabemos da existência de seres obscuros como as Fadas dos Pântanos, os Silfos das Tempestades, a horda de Gnomos malignos, as Salamandras incendiárias (causadoras de grandes incêndios ou erupções vulcânicas), as Ondinas dos grandes maremotos e das correntezas dos rios entre muitos outros. São seres que possuem energias mais elementares, ou seja, telúricas, possuindo corpos mais densos, estando em um estágio  entre os Elementais e o homem. Convivem com o homem somente por vontade própria e não sob obediência. São conhecidos como mensageiros dos Gnomos, pois estes não se aproximam das grandes cidades.

 O mais conhecido dentre eles, é o Duende. Os Duendes, por sua natureza, pertencem ao lado material das coisas, deixando os elementos do espírito em segundo plano. São do tipo brincalhão e falante e gostam de assustar, mas também são excelentes porta-vozes entre o reino humano e o elemental. São pequenos anões de até 30 cm de altura, ligados à Terra e que conseguem controlar imprevistos da natureza.

 

Elementares Artificiais

                Existe uma diferença entre os Elementares artificiais e naturais. Os elementares naturais (da natureza) são os Duendes. Os Elementares artificiais (criados pelo pensamento humano) são conhecidos por Íncubos e Súcubos (vampiros sexuais) e as várias Formas de Pensamento.

Os íncubos são espíritos malignos masculinos que vem copular com as mulheres, e súcubos são espíritos malignos femininos que vem copular com os homens. Sabemos que, além do fenômeno de materialização de espíritos, existe a possibilidade de um grau avançado de clarividência que permite a um espírito tornar-se tangível apenas para o médium que o visualiza.

 

Devas

 São as grandes entidades da natureza que podem abranger todo um vale, bosques e florestas com sua essência luminosa. Responsáveis pelas formas nas montanhas, nuvens, lagos, etc. Possuem um rosto belo e nobre, e seus olhos são muito mais centros de força do que órgãos de visão. Através de seu movimento, sua aura atinge todos os seres vivos com sua força vital estimuladora. Os Elementais, ou espíritos menores, respondem instintivamente a esses impulsos, cuja origem reconhecem como um traço constante em suas vidas.